AFA - Associação da Família Almeida - Fundada em 1980 - Fortaleza/Ce

15/02/2007

Sócios Famosos

 

O casal Aldemir e Carmen gravou uma entrevista sobre qualidade de vida na terceira idade para o programa Mostra de Idéias da TV Unifor.  Vale ressaltar que a gravação e edição do programa foi feita pela neta do casal, Sofia Holanda, e as demais estagiárias Luzia Batista e Fernanda Falcão.

 

A TV Unifor é uma oportunidade oferecida pela Universidade de Fortaleza para os alunos dos cursos de jornalismo e publicidade e propaganda para a prática de produção, reportagem, apresentação e entre outros. A idéia é fazer com que os alunos exerçam as mesmas atividades do mercado da televisão e com um diferencial: tudo é feito pelos alunos sob a orientação dos professores.

 

Agora é só ligar no canal 14 da Net e conferir o Mostra de Idéias nos horários: 21:00(14/02), 09:05 e 15:00(15/02).
Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 20h31
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Como Funciona a TV

A TV Unifor foi implantada em agosto de 2005, com transmissão no Canal Universitário 14, da TV por assinatura NET. A programação é diária, com início às 18 horas. A programação é dividida com a Faculdade Grande Fortaleza.

Atualmente, estão sendo veiculados:
- A revista eletrônica Panorama, com assuntos cotidianos;
- Mostra de Idéias, que relata experiências desenvolvidas nas mais diversas áreas da universidade;
- Palavreado, com abordagens do cotidiano;
- Diálogos Políticos, onde políticos convidados discutem assuntos de interesse social;
- Cine-Clube, debate sobre filmes da atualidade;
- TV Unifor Esporte, que registra acontecimentos na área esportiva,

- E o programa institucional Canal Unifor, exibido aos sábados na TV Diário e reexibido diariamente na TV Unifor.


A programação da TVU também inclui videopoemas, interprogramas, curta metragens e informações sobre a grade curricular dos cursos ofertados pela Universidade de Fortaleza.

Os programas são desenvolvidos pelos próprios universitários, sob a orientação de professores dos cursos de Jornalismo e Publicidade. Ao todo, são dezesseis bolsistas e sete orientadores , além de cerca de vinte profissionais e técnicos envolvidos.“Uma das funções que esta TV vem desempenhando é aproximar a comunidade do meio universitário e vice-versa. A gente está contando o que acontece aqui dentro para a comunidade e, ao mesmo tempo, trazendo um pouco da comunidade para dentro do campus, através dos produtos que geramos”, explica a professora Helena Cláudia, coordenadora da TV Unifor.

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 20h27
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Homenagem para Waldo

Clique para Ampliar

(Foto: Miguel Portela)

 

Em homenagem ao Dr. Waldo Pessoa de Almeida, a Sociedade de Assistência aos Cegos (SAC) apresentou, ontem, o Maracatu Luzes da Alma, formado por deficientes visuais, percorrendo o caminho da sede da SAC até a clínica do Dr. Waldo, local onde o mesmo foi assassinado há dois meses. Waldo foi fundador do Banco de Olhos do Ceará e presidente da SAC.

 

Jornal Diário do Nordeste de Fortaleza, de hoje

 

A notícia acima sobre essa bonita e justa homenagem já havia sido antecipada para mim ontem pelo valoroso colaborador da SAC, Paulo Roberto Cândido, que é justamente o responsável pela Rádio DOSVOX (http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/radio.ram), voltada para a comunidade de deficientes visuais, com quem estamos desenvolvendo, através pela SOJAZZ (http://sojazzssa.blogspot.com/ ), uma série de programas radiofônicos com artistas cegos Grandes Mestres da Música .  Essa série estará sendo gravada nos próximos dias e o primeiro artista a ser apresentado será o famoso pianista e cantor americano Ray Charles. Este Blog fará oportunamente ampla divulgação a respeito.


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h30
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“Trabalhar e consagrar a vida ao bem pelo próprio bem é oferecer a melhor prova de gratidão à Suprema Lei de Deus.”

 

Enviado por Déa de Almeida Azicoff, do Rio de Janeiro/RJ


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 02h37
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A Grandiosidade de Nossa Insignificância

Enviado por Almir Almeida Aquino, de Salvador/Ba


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 02h36
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AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO (II)

 

FAROL DE ALEXANDRIA

 

Na ilha que fica diante da cidade de Alexandria, no Egito, ergueu-se o mais famoso farol da Antigüidade. Por isso a ilha foi chamada Faros (farol, em grego). Modelo para a construção dos que o sucederam, o Farol de Alexandria foi classificado como a segunda maravilha do mundo. Todo de mármore e com 120 metros de altura - três vezes o Cristo Redentor no Rio de Janeiro -, foi construído por volta de 280 a.C. pelo arquiteto grego Sóstrato de Cnidos, por ordem de Ptolomeu II, rei grego que governava o Egito. Diz a lenda que Sóstrato procurou um material resistente à água do mar e por isso a torre teria sido construída sobre gigantescos blocos de vidro. Mas não há nenhum indício disso.
Com três estágios superpostos - o primeiro, quadrado; o segundo, octogonal; e o terceiro, cilíndrico -, dispunha de mecanismos que assinalavam a passagem do Sol, a direção dos ventos e as horas. Por uma rampa em espiral chegava-se ao topo, onde à noite brilhava uma chama para guiar os navegantes. Compreende-se a avançada tecnologia: Alexandria tinha-se tornado naquela época um centro de ciências e artes para onde convergiam os maiores intelectuais da Antigüidade.
Cumpria-se assim a vontade de Alexandre, o Grande, que ao fundar a cidade, em 332 a.C., queria transformá-la em centro mundial do comércio, da cultura e do ensino. Os reis que o sucederam deram continuidade a sua obra. Sob o reinado de Ptolomeu I (323-285 a.C.), por exemplo, o matemático grego Euclides criou o primeiro sistema de geometria. Também ali o astrônomo Aristarco de Santos chegou à conclusão de que o Sol e não a Terra era o centro do Universo. Calcula-se que o farol tenha sido destruído entre os séculos XII e XIV. Mas não se sabe como nem por quê.


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 02h21
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14/02/2007

 

Gustavo Kuerten

Em virtude de eu estar acompanhando diretamente da Costa do Sauípe, o Brasil Open de Tênis, possivelmente este Blog venha sofrer algum atraso em suas publicações  nas edições dos próximos dias. Pedimos desculpas se isso de fato vier a acontecer.

 

A propósito, em sua estréia ontem, Guga esteve arrasador e não deu chance ao seu adversário, o italiano Fellippo Volandri, jogador normalmente difícil de ser batido. Em apenas 46 minutos, Guga fechou a partida em dois sets (6 x 3 e 6 x 1), relembrando seus bons tempos de número 1 do mundo.

 

Sérgio Almeida Franco, de Salvador/Ba

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 07h00
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Flagrantes da Confraternização

Da esq. p/direita : casal de Salvador, Flávia e Marcos (Bizunga), Itacoeli e Fausto

           

 

Feliz por reunir em Fortaleza todos os filhos, neta, noras, e vários amigos de Fortaleza e Salvador em uma mesma noite,  Itacoeli de Abreu Franco estava feliz na posse do marido na presidência da AFA. Ver os filhos juntos em Salvador, onde mora, normalmente não é tão fácil assim para a primeira dama, já que eles viajam constantemente em função do trabalho. Pois esse “milagre” veio a ocorrer justamente em Fortaleza, na Festa de Confraternização.

 

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h41
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Americano Típico na Malhação


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 00h10
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13/02/2007

 

As Sete Maravilhas do Mundo Moderno I

 

As Pirâmides do Egito

 

As três pirâmides do Egito ocupam merecidamente o primeiro lugar da relação. Construídas entre 2551 e 2495 a.C. para servirem de túmulo aos faraós, são também os mais antigos dos sete monumentos. Prova do alto nível da ciência e tecnologia do Antigo Egito, com soluções de engenharia admiráveis para qualquer época e lugar, erguem-se imponentes na planície de Gizé, a 15 quilômetros do Cairo. A maior é a de Quéops, o segundo rei da IV dinastia. Segundo o historiador grego Heródoto, sua construção mobilizou 100 mil trabalhadores durante vinte anos. Com 146 metros de altura - o equivalente a um edifício de 48 andares - , foi a primeira a ser construída, com mais de 2 milhões de blocos de pedra.


As pirâmides tinham, inicialmente, uma base hexagonal, isto é, de seis lados. A partir da pirâmide monumental (que não faz parte das sete maravilhas), atribuída ao rei Snefru, a estrutura básica alargou-se até se transformar num bloco compacto de alvenaria com oito terraços, preenchidos com blocos de pedra que se encaixavam perfeitamente, formando um aclive em degraus. Recoberta a construção com uma massa lisa de pedra calcária, resultou uma verdadeira pirâmide geométrica.


Um pouco menor que a de Quéops, a pirâmide de Faraó Quéfren tinha 143 metros de altura: a terceira, de Miquerinos, 66 metros. Provavelmente, os próprios faraós, foram os arquivos das suas pirâmides, onde, segundo a crença, eles ressuscitariam. O apogeu do poder real no Egito deu-se justamente no período correspondente à IV dinastia, quando a centralização era a marca registrada do sistema político.

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 23h57
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 QUANDO OS CEARENSES DOMINAREM O MUNDO 

Todo mundo sabe que os cearenses estão por toda parte. Em geral, o cearense é aquele sujeito baixinho que é o guardador de carro em São Paulo, chefe de um restaurante da Madison em Nova York ou o designer que bolou o logo da Eurocopa em Portugal. O que pouca gente sabe é que na verdade isso é uma bem arquitetada jogada que visa plantar gente nossa em postos-chave da administração mundial.
Quando estivermos prontos, será deflagrada a grande tomada de poder e meu conselho é que você fique imediatamente amigo ou amante de um cearense, pois sabe como é: pros amigos tudo, para os inimigos, a lei!

Tomaremos o poder a partir de uma senha pré estabelecida, que só um cearense saberá o significado oculto. Quero ver alguém entender nosso dialeto:

 

ARRUDIAR, AVEXADO, BAITOLA, BALDEAR, BATER FOFO, BREADO, BOTAR BONECO, CAPAR O GATO, CATREVAGE, CATIROBA, CHAPEU DE TOURO, CHEI DOS PAU, CRUZETA, DAR O PREGO, ENGOMAR, ESTRIBADO, FOI MAL, MANGAR, PASTORAR, PEBA, "PENSE...", RATA, REBOLAR NO MATO, DAR UMA SALGA, SÓ O MI, TIRA A MACAÚBA DA BOCA, VEXADO...
Aos berros de Queima Raparigal! as hostes de cabeças-chatas invadirão os parlamentos e palácios e todos os jornais e as redes de tv do mundo livre. Ninguém desconfiaria que Juvêncio Araripe, humilde faxineiro da CNN, na verdade é um professor do LIA, que rapidamente conectará a rede de Atlanta para nossos propósitos.

Elegeremos um papa cearense, Raimundo I, que canonizará Padre Cícero e determinará que daí por diante em todas as igrejas católicas a hóstia seja feita com macaxeira. Essa simples bula papal fará com que a economia do Ceará dê um salto. O único problema é achar uma mitra que caiba na cabeça do papa, mas nós cearenses sabemos improvisar:

Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h02
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Raimundo I usará uma fronha de travesseiro enquanto não se encomenda outra.
A Literatura de Cordel ganhará status de arte maior, e Clodoaldo Mastrúcio ganhará o Nobel de Literatura com seu livrinho A moça que engravidou do cavalo e a besta da sua mãe. Polidamente, Clodoaldo recusará as coroas suecas, alegando que gosta mesmo é de uma bichinha mais nova.
Aí explicarão o mal entendido e ele vai aceitar a grana numa boa.
Nas artes plásticas, os desenhos com areia colorida irão ocupar alas e alas do Louvre. Para arranjar espaço para as garrafinhas de areia colorida, todas aquelas velharias do Turner e do Delacroix serão levadas para decorar a salinha do faxineiro ou serão jogadas no Sena. 

A Monalisa fica, pois na avaliação de Serotônio Macêdo, novo curador do museu, ela é uma cabôca danada de aprumada.

O novo Secretário-Geral da ONU será Severino Cavalcante -nenhum parentesco, mas a cara é igualzinha -, que resolverá o conflito Israel/Palestina doando vastas extensões do sertão cearense pros brigões. 

A ata de doação será concisa e formal.  Nas suas palavras: Olha, bando de mulambeiros, a terra é seca do mesmo jeito e o mar é da mesma cor. 

 Deixa de frescura que vocês nem vão notar a diferença e o Ceará ainda é maior que aquela tripinha de Gaza.

A famigerada música cearense tomará o mundo. Numa revanche histórica, teremos as categorias de música anglo-saxã e artista bretão no Grammy, para dar uma chance a esses aculturados já que nossa música será hegemônica. O mesmo se dará com o Oscar. Bolaremos uma categoria que premiará o melhor filme de cangaço, melhor cena de amor numa jangada e melhor mocotó, dado para as atrizes mais pernudas. Para apresentar o Oscar, nada de Jon Stewart! Tiririca será o escolhido e Didi Mocó destronará Chaplin como ícone da comédia.

O rodeio será substituído pela vaquejada, a coca-cola pela água de coco, Ipanema por Jericoacoara, chiclete por banana, Trafalgar Square pela Praça do Ferreira, Gandhi por Antônio Conselheiro, Átila por Virgulino Ferreira, Dick Cheney por Tasso; e por aí vai.

Destruiremos Brasília e em seu lugar abriremos um depósito de lixo atômico. A Nova capital do mundo ainda será Nova York, mas a gente vai rebatizá-la de Nova Quixeramobim e vamos trocar aquela estátua cafona por uma enorme gostosa de biquíni. Yeah!

Não vejo como o plano possa falhar, pois cada vez mais nossos agentes se espalham pelo Brasil e pelo mundo todo. Só nos resta esperar, de preferência no fundo de uma rede, enquanto as engrenagens giram por si.

Adeus e até a vitória! Como sou modesto, quero para mim apenas um título de nobreza e umas terras anexas: Barão de Ibiza soaria bem.

Preparem-se porque não há teoria de Ri que explique tal fenomeno.  Os realistas, construtivistas ou institucionalistas ficarão perplexos, só restará curtir a praia comendo caranguejo e bebendo um bom coco gelado... 

 

Enviado por Luciano Almeida Franco, Fortaleza/Ce

 

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h01
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Túlio e Juliana Festejando o Reveillon no Marina Park

 

Fortaleza/Ce


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 00h13
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12/02/2007

As Sete Maravilhas do Mundo Antigo

 

As Pirâmides do Egito

O Farol de Alexandria

Os Jardins Suspensos da Babilônia

O Templo de Ártemis

A Estátua de Zeus

O Mausoléu de Halicarnasso

O Colosso de Rodes

 

Fonte : Geocites


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 23h50
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A VERDADEIRA HISTÓRIA DO JARDIM DO ÉDEN

 

Um dia, no Jardim do Éden, Eva chamou Deus:

"Deus, estou com um problema!"

"Qual é o problema, Eva?"

"Não estou feliz."

"E por que, Eva?"

"Estou sozinha. E não aguento mais comer maçã."

"Bom, Eva; nesse caso, tenho a solução. Vou criar um homem."

"O que é um homem, Deus?"

"Uma criatura cheia de defeitos. Ele mente, engana e vive se vangloriando. Na verdade, vai te encher a paciência. Mas ele é forte, rápido e gosta de caçar. Fica com cara de bobo quando está excitado, mas, já que você anda reclamando, vai te satisfazer fisicamente. Ele também não é muito esperto e vai precisar dos seus conselhos para pensar direito."

"Parece ótimo", diz Eva, com ar irônico. "E qual é o preço?"

"Bom... Te dou o homem com uma condição."

"Qual?"

"Como eu disse, ele é orgulhoso, arrogante e narcisista. Então você vai ter que fazer ele acreditar que eu o criei antes de você. Esse vai ser o nosso segredinho, Eva. De mulher para mulher."

 

Enviado por Walter Papi, de Salvador/Ba


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 18h09
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TRECHOS DE UM ARTIGO SOBRE GRATIDÃO

 

“Se elevarmos o pensamento em busca de um conteúdo mais profundo da palavra gratidão, constataremos que nossa própria vida é uma dívida contraída com quem criou a existência humana.  Mas como essa dívida jamais é recordada aos homens, acontece que eles a esquecem, daí o fato de tantos se sentirem mais credores que devedores perante Deus.”

 

Enviado por Déa de Almeida Azicoff, Rio de Janeiro/RJ


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h51
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PRAÇA DO FERREIRA – FORTALEZA/CE - ANOS 30


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h50
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MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA (III)

 

 PRAÇA DA LÍNGUA

  

Por favor, mais 20 minutos da sua atenção. Você está em um amplo salão, com arquibancadas em forma de anfiteatro, e vai se sentir como em um planetário de palavras quando efeitos visuais forem projetados no forro do teto, a narração tomar conta do espaço e o piso de vidro se iluminar. São clássicos da prosa e da poesia em sons e imagens.

Envolvido por esse ambiente você vai assistir uma antologia, em prosa e verso, da literatura produzida em português sobre temas como amor, exílio, pessoas, favela e lira paulistana, acompanhados de imagens criadas por Marcello Dantas e produção musical e sonora de Cacá Machado.

A seleção, feita pelos curadores desse espaço, professores de literatura e músicos José Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski, reúne poesias de Carlos Drummond de Andrade, Gregório de Matos, Fernando Pessoa e Camões, textos de Guimarães Rosa, Euclides da Cunha e Machado de Assis, e até músicas de Noel Rosa e Vinícius de Moraes.

São três versões de apresentação, de 20 minutos cada, que ocorrem alternadamente. Entre os narradores, Arnaldo Antunes, Bete Coelho, Chico Buarque, Juca de Oliveira, Maria Bethânia, Paulo José e Zélia Duncan, além de muitos outros que nos presenteiam com sua voz.

 

No endereço abaixo podem ser ouvidos trechos relacionados :

 

http://www.museudalinguaportuguesa.org.br/museu/praca_lingua.htm


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h47
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11/02/2007

CONCURSO

 

Diga onde foi a Enchente

Opção 1 Marginal Pinheiros

Opção 2 Marginal  Tietê

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 09h39
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Flagrantes da Confraternização

Sob olhares atentos, Sâmia não esconde sua satisfação ao ser contemplada em sorteio

Da Esq. p/direita : Sofia, Fausto, Sâmia, C. Almir e Sérgio - sentados o casal convidado Romeo/Aline, que mora em Dublim, Irlanda


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 07h29
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Ivete Pensa Noutra Profissão

 

 

Em ensaio fotográfico para a Vogue, na Praia do Forte/Ba,  a cantora baiana Ivete Sangalo usou toda sua irreverência.


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 07h03
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Frase de Pára-choque de Caminhão

 

user posted image

 

A melhor maneira de se lembrar do aniversario da mulher é esquecê-lo uma vez.

 

A mulher foi feita da costela...imagine se fosse do filé

 

À noite, todas as pardas são gatas.

 

Cana na fazenda dá pinga; pinga na cidade dá cana.

 

Se o homossexualismo fosse uma coisa normal, Deus teria criado ADÃO e IVO.

 

 

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h50
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10/02/2007

Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros

 

Confúcio

 

Enviado por Beatriz Pereira de Almeida, Fortaleza/Ce

 

 Confúcio, representação em bronze

 

Confúcio foi o fundador do Confucionismo. Viveu entre 551 a.C. e 479 a.C. Seus ensinamentos retratavam uma moral de conduta que exortava o esforço constante para cultivar a própria pessoa e estabelecer assim a harmonia no corpo social. Velho e cansado, pensando que sua pregação fora inútil, retirou-se para sua terra natal. Aí ainda viveu alguns anos, dedicando-se ao ensino, e morreu convencido de que sua vida fora um fracasso.


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 07h20
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AFA KIDS - Cúmulo

 

Qual é o cúmulo da tecnologia?
construir um submarino conversível.

Qual é o cúmulo do egoísmo?
R: Não vou contar, só eu que sei!

Qual é o cúmulo do futebol?
R: Fazer um gol e errar no replay.

Qual é o cúmulo da paciência?

R: Varrer a areia da praia.

Qual é o cúmulo da organização?
R: Toma sopa de letrinhas em ordem alfabética.

Qual é o cúmulo da curiosidade?
R.: te conto amanhã!

Qual é o cúmulo da sorte?
R.: ser atropelado por uma ambulância.

Qual é o cúmulo do absurdo?
R.: passar manteiga no pão de açúcar.

Qual é o cúmulo do astronauta distraído?
R.: bater a nave e dizer que foi por falta de espaço.

Qual é o cúmulo da burrice?
R.: abrir o lápis para ver se sai letrinhas.

Qual é o cúmulo da burrice? (parte 2)
R.: espiar pelo buraco da fechadura de uma porta de vidro.

Qual é o cúmulo da burrice? (parte 3)
R.: dois carecas brigando por um pente.

Qual é o cúmulo da burrice? (parte 4)
R.: tirar par ou ímpar no espelho e só pedir ímpar!

Qual é o cúmulo da rapidez?
R.: apostar corrida em volta da mesa e chegar em primeiro lugar.

Qual é o cúmulo da rapidez? (parte 2)
R.: correr em volta do poste e conseguir pegar você mesmo.

Qual é o cúmulo da rapidez? (parte 3)
R.: trancar a gaveta com a chave dentro.

Qual é o cúmulo da força?
R.: dobrar a esquina.

Qual o cúmulo da força? (parte 2)
R.: fazer tricô com a linha do trem.

Qual é o cúmulo da dor?
R.: escorregar num escorregador de gilete e cair numa piscina de álcool.

Qual é o cúmulo da amnésia?
R.: xi... esqueci!

Qual o cúmulo do regime?
R.: tomar caldo de cana com adoçante.

Qual o cúmulo do atraso no basquete?
R.: acertar a bola na cesta e ela só cair no sábado.

Qual é o cúmulo da distração?
R.: engolir o guardanapo e limpar a boca com o bife.

Qual é o cúmulo da paciência?
R.: contar degraus da escada rolante!

Qual e o cúmulo da paciência? (parte 2)
R.: assistir a uma corrida de lesmas em câmera lenta.

Qual é o cúmulo da magreza?
R.: é usar um pijama de uma listra só.

Qual é o cúmulo da magreza? (parte 2)
R.: deitar na agulha e se cobrir com a linha.

Qual é o cúmulo da rebeldia?
R.: morar sozinho e fugir de casa.

Qual é o cúmulo da lerdeza?
R.: ver uma corrida de tartarugas em câmera lenta!

Qual é o cúmulo do viajante?
R.: a morte bater na sua porta e você não estar em casa.


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 07h02
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AS MAIS BELAS CAPAS DE LP

Os três são lindos, mas o da esquerda...

Olha a sobrancelha do rapaz !

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 07h01
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09/02/2007

Foto de Márcia Gouthier

 

 

 

 

 

 

 

 

Rui Barbosa

Levo ou deixo ?

 

Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Chegando lá, constata haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.

 

  Aproxima vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, diz-lhe:

  - Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo o valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares  o recôndido da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinquagésima potência  que o vulgo denomina nada. 

 

 E o ladrão, confuso, diz: 

  - Doutor, eu levo ou deixo os patos?”

 

Enviado por Luciano Almeida Franco, de Fortaleza/Ce


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 19h03
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08/02/2007

Mesa animada, no aniversário do Aroldo,  onde se vê da esq. p/direita: Eduardo, C. Almir, Robério , Aldemir Filho, Sérgio, Guto, Valcir, Lelo e Carlos Augusto

 

Próximo Evento da AFA

 

Será o REENCONTRO, no dia 24 de fevereiro, primeiro sábado após o Carnaval. Aproveitem a primeira grande oportunidade de 2.007 para nos revermos em grupo, falarmos das férias, mostrar as fotos, comentarmos sobre os planos para o novo ano que agora, passado o Carnaval, de fato, começa. Afinal, estamos no Brasil.

O local escolhido foi o Buffet Au Revoir, Rua Gilberto Studart, 679, Aldeota, Fortaleza/Ce. Há nele uma piscina muito convidativa. Não esqueçam a roupa de banho. 

Contamos com a presença de todos.


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 23h40
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[Antonio Ermirio de Moraes]

Nota do Editor 

 

O texto a seguir, escrito pelo Dr. Ermírio de Moraes, aplica-se  tanto para quem já ingressou no mercado de trabalho, como para os que  ainda estão se preparando para nele ingressar, e até para quem dele já saiu. Mas recomendo uma certa atenção em sua leitura, pois a lição que ele deixa é simples mas de uma enorme praticidade  e, repito, vale para todas as fases da vida.  

Dr. Ermírio é o Presidente do Grupo Votorantim, um dos maiores conglomerados empresariais de capital nacional, com faturamento anual superior a R$ 16 bilhões e um número de empregados próximo aos 30 mil.  

Boa leitura.  Sérgio Almeida Franco, de Salvador/Ba

 

 

 

A IMPORTÂNCIA DO “NÃO SEI”

 

Antonio Ermírio de Moraes

 

Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:
Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali. Aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:

- Será que vai chover hoje?
*Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas:
- o pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.
*Se a resposta for "sei lá, estou pensando em outra coisa"... então a sua aérea é Marketing:
- o pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.
*Se você responder "sim, há uma boa probabilidade"...  você é da área de Engenharia:
- o pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.
*Se a resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos:
- uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.
*Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de Contabilidade:
- o pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos próprios olhos.
* Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuvas":
- então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.

 

* Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à Diretoria da empresa.

 

De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe. Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.

 

"Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão. Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa.

Por quê?
Eu sinceramente "não sei".

 - Mais sobre o Dr. Ermírio, recomendamos visitar seu site : http://www.antonioermirio.com.br/


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 23h37
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Ivete Sangalo

 

Ivete Sangalo, a Mulher de R$ 28 Milhões

 

Fonte : Jornal Gazeta Mercantil

 

Mesmo faltando pouco mais de uma semana para o início do Carnaval em Salvador - na Bahia a folia começa antes, no dia 15 -, a cantora Ivete Sangalo já é sucesso de público. Não nos trios elétricos, mas na mídia. Apesar de ser assediada durante todo o ano, é no verão que a imagem da artista baiana ganha ainda mais força. Atualmente, é a garota-propaganda de cinco marcas: Nova Schin (Grupo Schincariol), Corpus (Danone), Grendha (Grendene), Cartões Bradesco e Garnier ( L?Oreal).

Considerada a terceira celebridade "mais estimada" do Brasil, atrás apenas de Ayrton Senna e Ronaldinho Gaúcho, a cantora gerou, no ano passado, R$ 28 milhões em negócios. O montante representa 70% do total da receita da Caco de Telha, empresa que administra sua carreira e de outros artistas. "Ivete consegue unir diversão, dinamismo e encantamento com características que não são muito comuns nas celebridades, como modernidade e estilo", avalia o diretor de inteligência de mercado da Y&R, Cesar Ortiz.


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 23h31
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Milagre


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 12h01
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Reciclagem

A reciclagem é um processo industrial que converte o lixo descartado (matéria-prima secundária) em produto semelhante ao inicial ou outro. Reciclar é economizar energia, poupar recursos naturais e trazer de volta ao ciclo produtivo o que é jogado fora.


    Para compreendermos a reciclagem, é importante "reciclarmos" o conceito que temos de lixo, deixando de     enxergá-lo como uma coisa suja e inútil em sua totalidade. O primeiro passo é perceber que o lixo é fonte de riqueza e que para ser reciclado deve ser separado. Ele pode ser separado de diversas maneiras, sendo a mais simples separar o lixo orgânico do inorgânico (lixo molhado/ lixo seco).


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 11h36
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A reciclagem traz os seguintes benefícios:

* Contribui para diminuir a poluição do solo, água e ar.
* Melhora a limpeza da cidade e a qualidade de vida da população.
* Prolonga a vida útil de aterros sanitários.
* Melhora a produção de compostos orgânicos.
* Gera empregos para a população não qualificada.
* Gera receita com a comercialização dos recicláveis.
* Estimula a concorrência, uma vez que produtos gerados a partir dos reciclados são comercializados em paralelo àqueles gerados a partir de matérias-primas virgens.
* Contribui para a valorização da limpeza pública e para formar uma consciência ecológica.

Fonte: www.ambientebrasil.com.br/


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 11h32
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Muitas vezes se diz melhor calando do que falando em demasia

 

Píndaro

 

Enviado por Beatriz Pereira de Almeida, Fortaleza/Ce

 

Píndaro foi o mais brilhante poeta do século V a.C.. Nasceu numa província próxima a Tebas, provavelmente em 522 a.C., na pequena cidade de Cinoscéfalos, na Beócia. Era de família aristocrática e fez seus estudos em Atenas. Escreveu sua primeira Ode, a Sétima Pítica, com menos de vinte (20) anos de idade, para Alcmeônidas de Mégacles, em 486 a.C., segundo os estudiosos P. E. Easterling e B. M. W. Knox (1999) 226-7. Em vida, gozou de grande fama, a qual perdurou por toda a antigüidade. Ficou conhecido pelo epíteto de “príncipe dos poetas”. Porque sua notoriedade se espalhara por toda a Grécia, Píndaro tornou-se um poeta profissional itinerante. Entre outros, compôs por encomenda para Hieron I de Siracusa, em 478/467 a.C., Teron de Acragás, em 488/472 a.C., e Arcesilau IV de Cirene, em 462 a.C.. Morreu em Argos com quase oitenta (80) anos, por volta de 438 a.C..

 

Fonte site http://www.consciencia.org/

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h37
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Hans Küng: pediu audiência, foi convidado para jantar

Hans Kung

Religiões do Mundo (2)


Com seu livro “Religiões do Mundo”, o autor Hans Küng deseja oferecer uma contribuição para o indispensável diálogo entre as religiões. Ele se ocupa sobretudo com as chamadas “grandes religiões”, que para ele provêm de três berços diferentes: religiões originárias da Índia (hinduísmo e budismo), religiões originárias da China (confucionismo e taoísmo) e religiões originárias do Oriente Médio (judaísmo, cristianismo, islamismo). Inicialmente, no entanto, ele se ocupa com as chamadas “religiões tribais”, tomando como exemplo a religião dos aborígenes da Austrália. 
Hans Küng está convencido de que todas as religiões, por mais “primitivas” que sejam, podem contribuir para o estabelecimento de uma ética universal. Como exemplo, ele escreve o seguinte a respeito das “religiões tribais”: 
*  Os povos primitivos não receberam nenhuma tábua de mandamentos, por exemplo com a frase: “Não furtarás”, mas eles possuem um senso apurado de reciprocidade, justiça, generosidade (como nos presentes que dão uns aos outros).
*  Eles não têm um mandamento “Não matarás”, mas possuem um profundo respeito por tudo quanto é vivo (como nas normas para superar os conflitos e nos castigos forçados).
* Eles não conhecem um mandamento “Não cometerás adultério”, mas possuem determinadas regras para a convivência dos sexos (como a proibição do incesto e a rejeição da libertinagem).
* Eles não conhecem um mandamento divino “Honrarás pai e mãe”, mas possuem um grande respeito pelos idosos (e ao mesmo tempo um grande amor pelas crianças).

 

Carlos Almeida Pereira, Campina Grande/Pb

 

Hans Küng nasceu na Suíça em 1928, estudou na Universidade Gregoriana em Roma e Paris e foi ordenado padre católico romano em 1954. Lecionou na Universidade de Tübigen (1960-96), onde também dirigiu o Instituto de Pesquisa Ecumênica a partir de 1963. Nomeado pelo papa João XXIII como consultor teológico, Küng teve um papel central na redação do documento final do Concílio Vaticano II, entre 1962 e 1965. Modernizou radicalmente áreas essenciais do ensino e da prática católicos. Desde o início dos anos 1960, ele questiona doutrinas tradicionais da igreja como a infalibilidade papal. Em 1979, uma censura do Vaticano que o proibiu de lecionar como teólogo católico provocou grande polêmica internacional, mas a Universidade nomeou-o para uma cadeira de teologia ecumênica. Ao se aposentar em 1996, tornou-se Presidente da Fundação de Ética Global em Tübingen. Kung mantém boas relações com a Igreja. É autor de On Being a Christian (1974), Does God Exist? (1978), Global Responsibility (1991) e Christianity: Its Essence and History (1994).

 

Fonte site da Editora Objetiva : http://www.objetiva.com.br

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h33
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EMERGÊNCIA

Um eletricista vai até a UTI de um hospital, olha para os pacientes ligados
a diversos tipos de aparelhos e diz-lhes:
- Respirem fundo: vou mudar o fusível.

Enviado por Arlindo de Almeida Simões


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h14
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07/02/2007

Museu da Língua Portuguesa (II)

Árvore das Palavras

 

A Estação da Luz, que recebeu os primeiros imigrantes em São Paulo, abre suas portas para você viajar através das palavras.

Para você se desligar do mundo lá fora e mergulhar nesse espaço de vivências, emoções e interatividades, o Museu criou uma espécie de rito de passagem, uma preparação para o que está por vir.

Entrando em um dos elevadores do saguão você conhecerá a Árvore de Palavras, uma grande escultura de 16 metros de altura, criada pelo designer Rafic Farah.

Começando pelas raízes, você vai ler palavras com seis mil anos de idade, provenientes do indoeuropeu, tataravô do nosso português.

Subindo pelo tronco, você vai ver faixas de luz que produzem sombras nas folhas e objetos variados, dando a sensação de ver palavras em movimento, enquanto você também é envolvido pela música “Língua Palavra”, um mantra criado por Arnaldo Antunes, em colaboração com o poeta e antropólogo Antônio Risério, que brinca com as palavras “língua” e “palavra” em vários idiomas.

O conjunto de sons e imagens proporciona uma experiência sensorial marcante durante a viagem do elevador.

 

http://www.museudalinguaportuguesa.org.br/museu/arvore_palavras.htm - Nesse endereço pode-se ouvir "Língua Palavra" na voz de Arnaldo Antunes.

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 21h17
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Relax


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 17h29
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06/02/2007

CONTO  EGÍPCIO

 

Achava-se uma vez Hermes atendendo a numerosos discípulos que haviam iniciado com ele uma obra de arte, símbolo da perfeição humana, quando um deles que amassava certa pasta e trabalhava mais horas que os demais, incomodado por ver que outros tinham trabalhos menos rudes e que demandavam menos tempo, inquiriu-lhe:

         ‑ Diga-me, oh, Hermes! Como é que sendo tão justo, permite tais diferenças? Por acaso não tenho eu igual direito de manejar o buril e deixar o serviço à mesma hora que eles?

         - Tem razão –respondeu-lhe Hermes–; a partir de amanhã, começará o labor que ora pede; mas lhe advirto que a cada milímetro errado que obrigue ocupar o tempo de outro para repará-lo, aumentarei uma hora em seu trabalho.

         O discípulo ficou pensativo e por fim, replicou:

         - Então, por que não me ensina a não me equivocar?

         - Isso é, precisamente, o que estava fazendo.  Mas como você quer fazer um trabalho diferente do que lhe foi atribuído, acedo com gosto, mas advertindo, ao mesmo tempo, que a obra não poderá ser atrasada um só minuto por sua causa.  Se deseja trabalhar como o fazem os discípulos que perfilam imagens e modelam belos exemplares de arte, prepara-se como eles, estude, cumpra, e não perca tempo ocupando sua mente com mesquinhos pensamentos de ciúmes ou inveja.  Eles amassaram a pasta antes do que você, e enquanto o faziam, meditavam sobre os ensinamentos que diariamente dou a todos, para que, progressivamente, possam fazer trabalhos mais delicados, de maior durabilidade e mais perfeitos.

         Assim, cada pequena parte da obra será feita tantas vezes quantas necessário para sua perfeita realização, pelos que estão encarregados desse labor.

         Compreendendo, o imprudente manifestou ao sábio seus desejos de continuar amassando, até conseguir manejar o buril com maior segurança e eficácia."

(Conto escrito por C.B.G.Pecotche, pensador e humanista argentino.)

 

         Penso que este conto tem muita relação com a questão da "igualdade".  Refletindo sobre o assunto, cheguei às seguintes conclusões: a igualdade deve ser obtida quase exclusivamente pelo próprio esforço; são os que se encontram em condições inferiores que devem se esforçar para igualar aos que estão em melhores condições; e, através dela obtemos a compreensão do que somos de acordo com as prerrogativas que desfrutamos.

 

Déa de Almeida Azicoff, Rio de Janeiro/RJ


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 23h14
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REGIME DE EMAGRECIMENTO


- Doutor, como eu faço para emagrecer ?
- Basta a senhora mover a cabeça da esquerda para direita e da direita para
esquerda.
- Quantas vezes, doutor ?
- Todas as vezes que lhe oferecerem comida.

 

Enviado por Arlindo de Almeida Simões, Fortaleza/Ce
Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 23h12
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Quixadá : Como Tudo Aconteceu

 

Constituídos de rochas graníticas, os monólitos de Quixadá são típicas formações plutônicas. Segundo Benjamin Bley de Brito Neves, professor de Geotectônica da USP, eles foram formados a 10 quilômetros de profundidade na terra e vieram à tona após 580 milhões de anos de erosão. O clima semi-árido da região, com secas e chuvas curtas, mas torrenciais, é o responsável por esculpir as curiosas formas nas pedras.


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 23h09
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Manuel Bandeira

Passárgada

(Manoel Bandeira)

Vou-me embora pra Passárgada

Lá sou amigo do rei

Lá tenho a mulher que eu quero

Na cama que escolherei

Vou-me embora pra Passárgada

 

Vou-me embora pra Passárgada

Aqui eu não sou feliz

Lá a existência é uma aventura

De tal modo inconseqüente

Que Joana a Louca de Espanha

Rainha e falsa demente

Vem a ser contraparente

Da nora que eu nunca tive

 

E como farei ginástica

Andarei de bicicleta

Montarei em burro brabo

Subirei no pau-de-sebo

Tomarei banhos de mar!

E quando estiver cansado

Deito na beira do rio


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 15h26
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Mando chamar a mãe-d'água

Pra me contar as histórias

Que no tempo de eu menino

Rosa vinha me contar

Vou-me embora pra Passárgada

 

Em Pasárgada tem tudo

É outra civilização

Tem um processo seguro

De impedir a concepção

Tem telefone automático

Tem alcalóide à vontade

Tem prostitutas bonitas

Para a gente namorar

 

E quando eu estiver mais triste

Mas triste de não ter jeito

Quando de noite me der

Vontade de me matar

Lá sou amigo do rei

Terei a mulher que eu quero

Na cama que escolherei

                                                                     Vou-me embora pra Passárgada

 

Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho nasceu no Recife no dia 19 de abril de 1886, na Rua da Ventura, atual Joaquim Nabuco, filho de Manuel Carneiro de Souza Bandeira e Francelina Ribeiro de Souza Bandeira.

No dia 13 de outubro de 1968, às 12 horas e 50 minutos, morre o poeta Manuel Bandeira, no Hospital Samaritano, em Botafogo, sendo sepultado no Mausoléu da Academia Brasileira de Letras, no Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro.

 

 

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 15h15
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05/02/2007

Muitos jovens rejeitam idéias e conceitos que terão daqui a vinte anos

 

Sartre

 

Enviado por Beatriz Pereira de Almeida, de Fortaleza/Ce

 

 

Jean Paul Sartre  nasceu em 21 de junho de 1905 e faleceu em 15 de abril de 1980, em Paris. Ficou órfão de pai muito cedo. O pai, oficial da marinha, faleceu ainda jovem, dois anos depois do nascimento do filho. Foi, com sua mãe, Anne-Marie Schweitzer, viver em casa de seu avô materno, Carl Schweitzer, de origem alsaciana e protestante, professor de Alemão na Sorbone, em um apartamento no sexto andar de um edifício em Meudon, nos arredores da capital, nas proximidades do Jardim de Luxemburgo. Ainda estudante passou a viver com Simone de Beauvoir (1908-1986) de quem nunca se separou.

 

Fonte site cobra : http://www.cobra.pages.nom.br/fcp-sartre.html


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 23h31
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Sobre Pais e Filhos

Affonso Romano de Santanna

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos seus próprios filhos.
É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados.
Crescem sem pedir licença à vida. Crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias de igual maneira.
Crescem de repente.

Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?
Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do Maternal? A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica edesobediência civil.

E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça!
Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes sobre patins e cabelos longos, soltos.Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros.

Aqui estamos nós, com cabelos brancos.
Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias, e da ditadura das horas.
E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros.
Sobretudo com os erros que esperamos que não repitam.

Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos próprios filhos.
Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.
Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas.

Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, pôsteres, agendas coloridas e discos ensurdecedores.

Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao Shopping, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado.
Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, natais, páscoas, engarrafamentos, piscina e amiguinhos. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, pedidos de chicletes e cantorias sem fim.
Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.

Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas "pestes".
Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito (nessa hora, se a gente tinha desaprendido, reaprende a rezar) para que eles acertem nas escolhas em busca de felicidade.

E que a conquistem do modo mais completo possível.
O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos.
O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho.

Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.
"...Aprendemos a ser filhos depois que somos pais.
Só aprendemos a ser pais depois que somos avós..."


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 23h22
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Imagem:Estação da Luz.jpg

Museu da Lígua Portuguesa - Estação da Luz - São Paulo

 

Se vai a São Paulo a negócios ou a passeio, reserve um tempo para conhecer o museu mais diferente que pode existir. Inaugurado há pouco menos de um ano, continua atraindo diariamente milhares de pessoas, sejam estudantes, professores e pesquisadores em geral. Estive lá logo após a inauguração e não resisti, retornando no dia seguinte, por força do extraordinário fascínio que ele exerce junto ao visitante. Numa cidade onde tudo é muito caro, o preço do ingresso é  bastante acessível, custando apenas R$ 4,00 inteira e R$ 2,00 estudante.  

 

O Museu da Língua Portuguesa ou Estação Luz da Nossa Língua é um museu interativo sobre a língua portuguesa localizado na cidade de São Paulo no histórico edifício Estação da Luz, no Bairro da Luz, concebido pela Secretaria da Cultura paulista em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, tendo um orçamento de cerca de 37 milhões de reais (14,5 milhões de euros).

O objetivo do museu é criar um espaço vivo sobre a língua portuguesa, considerada como base da cultura do Brasil, onde seja possível causar surpresa nos visitantes com os aspectos inusitados e, muitas vezes, desconhecidos de sua língua materna. Segundo os organizadores do museu, "deseja-se que, no museu, esse público tenha acesso a novos conhecimentos e reflexões, de maneira intensa e prazerosa". O museu tem como alvo principal a média da população brasileira, composta de pessoas provenientes das mais variadas regiões e faixas sociais do país, mas que ainda não tiveram a oportunidade de obter uma idéia mais precisa e clara sobre as origens, a história e a evolução contínua da língua.

Fonte : Wikipédia

 

Mais informações : http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_da_L%C3%ADngua_Portuguesa

 

Sérgio Almeida Franco, de Salvador/Ba

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 23h20
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Sócrates

Sócrates e suas três Peneiras

 

Augustus procurou Sócrates e disse-lhe:
Socrates, preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você nao imagina o que

me contaram a respeito de...


Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:

- Espere um pouco Augustus. O que vai me contar, já passou pelo crivo das três peneiras?
Peneiras? Que peneiras?

 

- Sim. A primeira, Augustus, eh a da "Verdade". Você tem certeza de que o
que vai me contar eh absolutamente verdadeiro?
Não. Como posso saber? O que sei,foi o que me contaram!

 

- Então suas palavras ja vazaram a primeira peneira. Vamos então para a
segunda peneira: a "Bondade".

O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

Não, Sócrates! Absolutamente, não!

- Então suas palavras vazaram, também, a segunda peneira. Vamos agora para a terceira peneira: a "Necessidade".

Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passa-lo adiante?
Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa?

Não, Sócrates... Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar.

E Sócrates sorrindo concluiu:
- Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros, iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo.

Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos.

Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz!

Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passa-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras porque:

a) Pessoas sábias falam sobre idéias;

b) Pessoas comuns falam sobre coisas;

c) Pessoas medíocres falam sobre pessoas.

 

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 16h00
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Flagrantes da Confraternização

Da Esq. p/direita : Wilma, Carlos Almir, Guto e Beni. Sentado (de azul) um dos ilustres convidados, o jornalista Joseoly Moreira


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h42
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Rubem Braga


"Sempre tenho confiança de que não serei maltratado na
porta do céu, e mesmo que São Pedro tenha ordem
para não me deixar entrar, ele ficará indeciso
quando eu lhe disser em voz baixa:
"Eu sou lá de Cachoeiro..."


Na noite de segunda-feira, 17 de dezembro de 1990, o escritor Rubem Braga reuniu um pequeno grupo de amigos, cada vez mais selecionados por ele, na sua cobertura em Ipanema. Foi uma visita silenciosa, mas claramente subentendida pelos amigos Moacyr Werneck de Castro, Otto Lara Resende e Edvaldo Pacote. Às 23h30 da noite de quarta-feira, sedado num quarto do Hospital Samaritano, Rubem Braga morreu, sozinho como desejara e pedira aos amigos.

A causa da morte foi uma parada respiratória em conseqüência de um tumor na laringe que ele preferiu não operar nem tratar quimicamente
Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h24
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HUMOR

 

PARTIDA CELESTE DE GOLFE

 

Em momento de desconcentração, estavam Moisés, Jesus e um tranqüilo Senhor Idoso, que resolveram disputar uma partida de Golfe.

 

O primeiro a dar sua tacada foi Moisés. Escolheu o taco adequado, preparou-se com todo aquele ritual próprio desse nobre esporte, e arremessou. A bolinha viajou e veio a cair logo em um lago. Moisés se concentrou, abriu os braços como se tivesse fazendo uma oração, provocou que as águas daquele lago se separassem, fazendo com que a bola ficasse em um lugar sequinho, o que o permitiu a realizar sua próxima tacada.

 

Em seguida, foi a vez de Jesus. Seguindo o mesmo ritual, fez seu arremesso e a bolinha fez uma longa trajetória, caindo justamente no lago, dessa vez sobre uma grande vitória-régia. Jesus caminhou sobre as águas e conseguiu tranquilamente tirar a bolinha dali, em uma nova tacada.

 

Em seguida, foi a vez do tranqüilo Senhor. Ao fazer sua jogada, a bolinha cai no lago sobre outra vitória-régia, apareceu um sapo, que engoliu a bola, veio um gavião, que pegou o sapo que agarrara a bolinha, e fez um vôo bem alto. De repente o tempo fechou, caiu um raio, que partiu o gavião ao meio, que soltou o sapo, que largou a bolinha, a qual desceu rapidamente  e veio cair justamente dentro do buraco.

 

Moisés, que estava observando aquilo tudo,  próximo a Jesus, comentou com uma ponta de quase irritação: Ah, Jesus, jogar contra seu Pai, não dá !


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h12
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03/02/2007

Flagrantes da Confraternização

Arlindo e Romeu (de azul) em altas conversas na Festa de Confraternização.

Romeu e Arlindo são citados no Livro AFA 25 Anos - pgs 100 e 110


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 21h45
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Aquecimento Global - Elevação da temperatura - Impactos

Agência Reuters

1 GRAU

* Encolhimento das geleiras ameaça o suprimento de água para 50 milhões de pessoas

* Pequeno aumento na produção de cereais nas regiões temperadas

* Ao menos 300 mil pessoas morrem a cada ano devido à malária, à desnutrição e a outras doenças relacionadas com as alterações climáticas

* Queda da taxa de mortalidade durante o inverno nas regiões de maior latitude

* Morte de 80 por cento dos recifes de coral, em especial a Grande Barreira de Corais

 

   O glaciar Upsala na Patagônia Argentina, em 1928                                                      O resto do glaciar Upsala em 2004

    

 

                                                                                                                                                                                                            


 

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 21h26
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2 GRAUS

* Queda de 5 a 10 por cento na produção de cereais na África tropical

* 40 milhões a 60 milhões de pessoas a mais expostas à malária na África

* Até 10 milhões de pessoas a mais expostas a enchentes nas regiões costeiras

* Entre 15 e 40 por cento das espécies de seres vivos vêem-se ameaçadas de extinção (segundo uma estimativa)

* Grande risco de extinção das espécies presentes no Ártico, em especial dos ursos polares

* Possibilidade de que a camada de gelo da Groenlândia comece a derreter de forma irreversível, o que faria com que o nível dos oceanos se elevasse em 7 metros

3 GRAUS

* No sul da Europa, períodos de seca pronunciada a cada dez anos

* Entre 1 bilhão e 4 bilhões de pessoas a mais enfrentando períodos de falta de água

* Entre 150 milhões a 550 milhões de pessoas a mais expostas à ameaça da fome

* Entre 1 milhão e 3 milhões de pessoas a mais morrem de desnutrição

* Início do colapso da floresta Amazônica (segundo alguns modelos de previsão)

* Elevação do risco de colapso da Camada de Gelo da Antártida Ocidental

* Elevação do risco de colapso do Sistema do Atlântico de águas quentes

* Elevação do risco de mudanças abruptas no mecanismo das monções

4 GRAUS

* Safras de produtos agrícolas diminuem entre 15 e 35 por cento na África

* Até 80 milhões de pessoas a mais expostas à malária na África

* Desaparecimento de cerca de metade da tundra ártica

5 GRAUS

* Provável desaparecimento de grandes geleiras no Himalaia, prejudicando um quarto da população da China e uma grande parte dos moradores da Índia

* Crescente intensificação da atividade oceânica, prejudicando seriamente os ecossistemas marinhos e, provavelmente, as populações de peixe

* Elevação do nível dos oceanos ameaça as pequenas ilhas, as áreas costeiras como o Estado da Flórida e grandes cidades como Nova York, Londres e Tóquio.

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 20h33
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AFA: onde as gerações se encontram e a história continua

 

Bela frase enviada por Airton de Almeida Monteiro


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h42
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DA SÉRIE “OS MELHORES EMPREGOS”


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h37
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AFA KIDS

Guerras
A professora pergunta ao aluno:
- Pedro, o que você sabe sobre a Segunda Guerra Mundial?
- O bastante para não querer uma terceira!!!

Professora gulosa
A professora pergunta:
- Se eu comer um sorvete de chocolate e três de morango, qual é o total disso?
Um aluno grita:
- Eu sei! Uma dor de garganta!

Falta espaço
Juquinha fez uma redação em que escreveu a palavra ''cabeu''. A professora achou ruim e lhe deu um castigo:
- Juquinha, hoje você ficará sem recreio para escrever 50 vezes em uma folha a palavra ''coube''. Assim você aprenderá o correto.
Quando terminou o exercício, Juquinha viu que havia usado duas folhas. Como a professora havia mandado escrever em uma folha, ele levou uma bronca:
- Juquinha, eu mandei você escrever em uma folha e você me aparece com duas?
- Ah, professora, é que não ''cabeu'' em uma folha só!

Zzzz...
A professora pergunta para o Pedro:
- Diga três partes do corpo com a letra z.
Ele respondeu:
- "Zoio", "zuvido" e "zoreia".
Aí a professora falou:
- Adivinhe a sua nota Também começa com "z".
Ele respondeu:
- Ah, deve ser um "zoito".

Por que a sala de aula parece o mar?
R.: porque os professores navegam, os alunos bóiam e as notas afundam!

Por que o professor usava óculos escuros na sala de aula?
R.: porque seus alunos eram brilhantes.

Haja coração!
A professora pergunta:
- Quantos corações nós temos?
O aluno:
- Temos dois, professora!
- Dois?
- Sim: o meu e o seu!

Verbos
A professora pergunta para a Mariazinha:
- Mariazinha, me dê um exemplo de verbo.
- Bicicreta! - respondeu a menina.
- Não se diz "bicicreta", e sim "bicicleta". Além disso, bicicleta não é verbo. Pedro, diga você um verbo.
- Prástico! - disse o garoto.
- É "plástico", não "prástico". E também não é verbo. Laura, é sua vez: me dê um exemplo correto de verbo - pediu a professora.
- Hospedar! - respondeu Laura.
- Muito bem! - disse a professora. Agora, forme uma frase com este verbo.
- Os pedar da bicicreta é de prástico!

O exame
A menina vira-se para o Juquinha e diz:
- Eu fui ótima nos exames: tirei 10 em tudo! E você, como foi?
- Como no Pólo Norte -respondeu Juquinha.
- Como assim?
- Tudo abaixo de zero.


Diferença
Lucas pergunta para a professora:
- Professora, a senhora sabe a diferença entre a calça e a bota?
- Não sei não, Lucas. Qual é? - perguntou a professora.
- É que a bota, a gente calça, e a calça, a gente bota!

Cabeça rachada
A professora de Joãozinho pergunta:
- Joãozinho, em quantas partes se divide o crânio?
- Depende da pancada, professora - respondeu Joãozinho.

Robin Hood
A professora pergunta ao Joãozinho
- Joãozinho, sabe me dizer por que Robin Hood só roubava dos ricos?
- Ora, "fêssora", essa é fácil! Ele roubava dos ricos porque os pobres não tinham dinheiro!

Choro
Depois de tirar uma nota baixa o Pedrinho começou a chorar. A professora, com dó do garoto, disse:
- Pedrinho, não chore. Você é um garoto muito bonito e se continuar chorando vai ficar feio quando crescer!
E o Pedrinho respondeu:
- Então a senhora deve ter chorado muito quando era criança, né?

A Terra
A professora pergunta ao Joãozinho:
- Joãozinho, me dê três fatos que comprovem que a Terra é redonda!
Ele responde:
- Meu pai diz que é. O livro diz que é... e a senhora também!

Viu o quê?
A professora ia entrando na sala de aula, quando tropeçou no degrau da porta. Ela então começa a perguntar para os alunos:
- Juquinha, o que você viu?
Ele responde:
- Suas pernas, professora.
- Uma semana de suspensão! Manuel, o que vôce viu ?
- Suas coxas, professora.
Ela então dá duas semanas de suspensão pra ele.
- Joãozinho, o que você viu ?
Ele então vai juntando os materiais, saindo, passa pela porta, se vira para trás e diz:
- Tchau pessoal, até o ano que vem...


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 06h23
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02/02/2007

 

Socorrinha, uma das fundadoras da AFA, com os primos Sérgio e Aroldo.


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 17h12
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              Dá-me lírios, lírios,
              E rosas também.
              Mas se não tens lírios
              Nem rosas a dar-me,
              Tem vontade ao menos
              De me dar os lírios
              E também as rosas.
              Basta-me a vontade,
              Que tens, se a tiveres,
              De me dar os lírios
              E as rosas também,
              E terei os lírios -
              Os melhores lírios -
              E as melhores rosas
              Sem receber nada,
              A não ser a prenda
              Da tua vontade
              De me dares lírios
              E rosas também.

 

Fernando Antônio Pessoa Nogueira, nasceu em Lisboa em 1.888 e morreu em 1.935

 

Enviado por Leila del Caro, Rio de Janeiro/RJ


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 16h50
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“Se não houver frutos,

Valeu a beleza das flores;

Se não houver flores,

Valeu a sombra das folhas;

Se não houver folhas,

Valeu a intenção da semente”

 

Henfil

 

Enviado por Beatriz P. de Almeida


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 07h21
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QUIXADÁ - CE


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 07h13
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Salvador Saúda Yemanjá

 

Continuando o ciclo de festas populares da Bahia, em 02 de fevereiro, ocorre uma das festas que consegue uma maior participação..

Filhas e mães-de-santo, babalorixás, pescadores, turistas e curiosos participam da tradicional Festa de Yemanjá, uma homenagem prestada a mãe dos orixás no culto da Umbanda. O evento acontece no Rio Vermelho, um dos pontos turísticos da capital baiana.

Conhecida também como a Rainha das Águas, Yemanjá é representada na forma de uma sereia, com longos cabelos soltos ao vento, e vista como uma mulher muito vaidosa e que gosta de receber presentes (espelho, pente, bracelete, coroa, perfume e flores). Os presentes são colocados em cestos de palha junto com pedidos escritos em forma de bilhete para que sejam entregues no mar.

Em Salvador, a festa teve início em 1920, quando uma colônia de pescadores resolveram recorrer à tradição da Umbanda para reverter um período de fraca pescaria. Organizaram a lista do material necessário para a sua execução e aprenderam como realizar o preceito. No primeiro momento, a festa foi batizada como Presentes da Mãe d´água e a partir do ano de 1960 passou a ser conhecida como Festa de Yemanjá.

Além da entrega de presentes, diversos grupos culturais participam da festa. Os capoeiristas, por exemplo, fazem suas homenagens por meio da dança e do som dos berimbaus. Os grupos carnavalescos tradicionais, como Afoxés filhos de Gandhi também não ficam de fora.

A Festa de Yemanjá toma conta de vários locais espelhados pela cidade. Confira alguns deles:

Feijoada Sagrada
Local: Sacre 227 - Creperia e Sushi Bar
Horário: a partir das 13h
Valor: R$ 60,00
O evento com serviço open bar contará com a animação da banda de pop rock Os Romeros, da cantora Ray Lema, com um repertório de canções de samba de roda e do DJ Luis Santoro.

Feijoada da Boomerangue
Local: Boomerangue
Horário:a partir das 11h
Preço: R$ 100,00 (homem) e R$ 80,00 (mulher)
O evento open bar começa com os DJs Fabio e Julio, tocando músicas que retratam a cultura nordestina e também com os atuais sucessos que fervem as pistas do país. Depois será a vez do , grupo criado em 1998, que expressa a tradição e cultura baiana em suas músicas, figurinos e histórico.

FeijoaDinha de Yemanjá
Local: Rio Vermelho, no terreno da antiga Coca Cola
Horário: a partir das 13h
Preços: R$ 250,00 (casadinha) e R$ 150,00 (camisa)
Este é um dos eventos mais tradicionais da cidade e acontece há oito anos. Este ano são esperadas três mil pessoas. As atrações são Ilê Aiyê, Tribahia, Parangolé, Pagode em Família, com o samba de raiz e partido alto, e DJ Bandido, considerado um dos melhores DJs de black music da cidade.

Fotos e texto : Emtursa (Empresa de Turismo de Salvador)


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 01h19
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01/02/2007

Ronaldo, o Gorducho

 

Leio hoje na coluna do José Simão, na Folha de São Paulo, sobre o jogador Ronaldo, recentemente contratado pelo Milan, da Itália. “Ronaldo sai do Real e vai pro Milan! E vai vestir a camisa 99. O único jogador que tem o peso na camisa. Rarará”

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 15h05
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Língua Portuguesa

 

Coluna do jornalista Hélio Fernandes

 

http://www.tribunadaimprensa.com.br/coluna.asp?coluna=helio


O professor Arnaldo Niskier, em excelente entrevista a Carla Giffoni, criticou duramente o que chamou de "internês". E acusa os jovens de "pregiça" de escrever. Magnífico. Mas Niskier precisa voltar-se para a televisão, que, sem preguiça e com magníficos salários, deturpa diariamente a língua, e todos aceitam.


Um exemplo: os jornais, até os mais importantes e pretensiosos, começam assim: "Veja NESSA edição". É óbvio que deveriam dizer NESTA edição.


No arrogante "Bom Dia, Brasil" disseram que um brasileiro ganhou a MAIOR maratona do mundo. Não existe essa MAIOR maratona, todas têm 42 mil 190 metros. Queriam dizer a mais CONCORRIDA, coisa inteiramente diferente.


Quase todos os comentaristas esportivos assinalaram: "O árbitro ANULOU CORRETAMENTE 1 gol do São Paulo". Não ANULOU. O árbitro apitou junto com o chute do jogador. Portanto não ANULOU nada, apenas deixou de validar 1 gol que não houve.


O massacre da língua é diário e geral. Se fosse relacionar tudo, Nossa Senhora, não haveria espaço disponível.

 


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 10h36
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                                                   QUIXADÁ

 

Casa de Pedra                                                         Açude do Cedro e Galinha Choca                                    

 

Pedra da Galinha Choca             Võo Livre em Quixadá               Monólitos de  Quixadá

 

 

 

 

Pontos turísticos de Quixadá/Ce, cidade onde nasceu grande parte dos associados da AFA


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 05h57
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QUIXADÁ

 

O VALE DOS BICHOS DE PEDRA


No sertão do ceará, a natureza esculpiu rochas gigantes e coloriu o céu com homens voadores.

 

por: Márcia Bizzoto, de Quixadá
fotos: Daniel Carvalho

 

A imensidão vazia do sertão cearense é interrompida por uma pedra gigantesca que parece brotar ao lado da estrada. Logo adiante, outra, e mais outra. Parece que uma chuva de meteoros cuspiu rochas sobre a terra. É o sinal de que está perto a entrada para Quixadá, cidade cearense de quase 70 mil habitantes. O conjunto formado por aqueles rochedos, conhecidos como monólitos, não dá apenas nome à cidade - quixadá, na língua tupi-guarani, significa "pedra de ponta curvada" -, mas tornou-se sua própria identidade e um meio de vida para a população. Afinal, em torno dessas formações, gira o turismo, atualmente o maior motor da economia local. A beleza singular das rochas às vezes se disfarça em inusitados formatos de animais. Do alto de um morro, uma imensa baleia observa a paisagem. Perto dali, uma foca gigante e, ao lado, uma enorme galinha de pedra. Espalhadas por um terreno inconstante, onde o verde predomina no inverno e apenas cactos e juazeiros sobrevivem ao verão, elas formam vales mutantes e escondem trilhas levando a cavernas e a paredões de até 90 metros que convidam para escalada e rapel.

A 5 quilômetros do centro de Quixadá, a Pedra da Galinha Choca é a mais famosa. Entre os nativos da cidade, corre a lenda de que seria a mãe de todas as demais rochas da re-gião e de que nem sempre esteve no mesmo lugar. É preciso caminhar 2,5 quilômetros para chegar até a base do paredão, e a paisagem que se vê lá de cima desperta as mais férteis imaginações. Há quem diga que já viu extraterrestres no imenso vale salpicado pelos monólitos. "Este lugar tem uma beleza tão mágica que inspira até história de duendes", brinca Adão Masera, militar aposentado que escolheu a cidade como lar. Dono de uma agência de turismo, hoje ele passa os dias guiando visitantes pelo sertão quixadense. Nesse cenário místico, as rochas também são responsáveis por garantir parte da água consumida na cidade, represada em dias de chuva. Dispostas em meia-lua, as pedras formam um açude natural, cuja única parede é uma barragem centenária, construída a mando de Dom Pedro II e tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Projetado em 1877, após uma grande seca que assolou a região, o Açude do Cedro levou 22 anos para ser concluído e grande parte do empreendimento foi realizado por mão-de-obra escrava. O reservatório dá origem a uma rede de canais de irrigação, a primeira construída no Ceará. Durante duas décadas, a obra foi motivo para a abertura de estradas e trouxe algum progresso para aquele pedaço do sertão. Hoje, o Cedro, com suas paredes imponentes contrastando com o sapê das casinhas que o rodeiam, é uma das principais atrações turísticas de Quixadá. Sua água também enche as panelas das donas de casa e dá de beber às cabras e às poucas cabeças de gado ainda criadas por ali. Em um lugar onde a temperatura média anual passa dos 26ºC, o açude é a diversão favorita da população. Nos finais de semana, as barraquinhas de comida montadas ao lado da barragem ficam movimentadas. A música se escuta longe, acompanhada pelo aroma da carne-de-sol. Quando a noite cai, sobra um céu estrelado para se apreciar da pracinha no centro da cidade, às vezes ao som da seresta de um restaurante ou de um trio de forró animado no quintal de alguma casa, onde a ordem é dançar descalço. Essa cadência da vida só é mesmo quebrada pelas visitas dos turistas. Todos os dias, jipes, camionetes e motos cortam o vale dos monólitos, destoando dos carros de boi que ainda circulam tranqüilamente, carregados com tonéis de água, pelas estradinhas acidentadas da área.

 

Võo Livre e várias modalidades de esportes radicais são praticados em Quixadá.


Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 05h37
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Rimas para palavras e palavrões


Quando o homem foi criado
No meio da natureza
Foi uma grande surpresa
Prá boi, macaco e veado,
Era tudo uma beleza
Não existia tristeza
No vale nem no cerrado.

Mas essa vida pacata
Que existia na terra
Tempo de paz e sem guerra
Não tinha nem opercata
Logo, logo se encerra
Pois lá do alto da serra
Surgiu o que se relata.

Para melhorar o mundo
Foi criada a mulher
Duma costela qualquer
Nasceu em um só segundo
Aí o homem, com fé,
Foi correndo prá maré
Mas não ia até o fundo.

Aconteceu muita coisa
E o tempo foi passando
A terra se povoando
Pelo homem e a esposa
Hoje a terra vai rodando
Todo mundo se estranhando
Até sapo e mariposa.

Antigamente o respeito
Era quase natural
Na zona urbana e rural
Era tudo de outro jeito
Hoje a coisa vai mal
E tudo que é imoral
É o que tá sendo feito.

Em qualquer lugar que vou
Encontro pornografia
Tem delas que arrepia
Quem nunca se acostumou
A ver no seu dia-a-dia
Essa linguagem vazia
Que a cultura dominou

Mas aqui não vou rimar
Com as palavras que malho
Prefiro jogar baralho
A tais palavras usar
Se eu cometer ato falho
De qualquer santo me valho
Prá me penitenciar

Muita gente já sentiu
Algo triste de verdade
Pois até a liberdade
Recebe agressão vil
Quando vê essa disputa
No meio de tanta luta
Pelo bem desse Brasil

E nunca tem quem socorra
Nosso querido idioma
Pois até gente de fama
Fala palavrão na zorra
Não quero uma redoma
Mas eu me sinto na lama
Feito uma velha cachorra

A coisa é mesmo preta
Isso não posso negar
Pois vejo em todo lugar
A rima da clarineta
Mas consigo escapar
Aqui basta me lembrar
Dos olhos de Mariêta

Até mesmo o mais sublime
Envolvimento de amor
A palavra deturpou
Acho isso quase um crime
Pois quem se enamorou
E fez lá o seu amor
De outra forma se exprime

Tem rima também prá poda
Nesse linguajar tão chulo
Que faz qualquer um dar pulo
Feito um samba de roda
Isso também não engulo
Algo que era tão fulo
Agora é a maior moda.

E o verbo que se vê
Quando alguém se revolta
E a sua ira solta
Manda logo que você
Chamado de idiota
E não é uma lorota
Vá se... eu não vou dizer

Mas de toda essa verdade
Aquela que choca mais
É quando se vê casais
Sem a menor caridade
Dizerem que são os pais
De crianças imorais
Mesmo em tenra idade

É como o Rei ficar nu
O tom da pornografia
Pois nomes que não se via
Para rimar com umbu
Agora em vez de umbuzada
A rima fica danada
Pois não dizem nem caju

Lembro quando era menino
E via com aspereza
Falarem em safadeza
Era
o maior desatino
Agora é uma tristeza
Acabaram com a beleza
Do inocente pequenino

Mas ainda tenho fé
Que o forró do sertão
Aquele do Gonzagão
Será sempre o que é
Mensagem de emoção
Sem a besta apelação
Do Calcinha de mulher.

Acho que falo verdade
Quando digo que o povo
Tem amor ao que é novo
Mas gosta de qualidade
Sei que tudo não resolvo
Mas aqui agora eu louvo
Quem faz o bem com vaidade.

Isso não me santifica
Não é isso que procuro
Esse é um páreo duro
Pelo que significa
Mas almejo no futuro
Um idioma tão puro
Que nem a água de bica

Esse é o meu recado
Espero ser entendido
Senão estarei perdido
Andando prá todo lado
Quero que tenham sentido
Como é feio o alarido
Do pornô banalizado.


Do cordelista Walter Medeiros
Natal - RN

Escrito por Sérgio Almeida/ Sofia Holanda às 04h50
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