AFA - Associação da Família Almeida - Fundada em 1980 - Fortaleza/Ce

15/07/2007

Saudades de um Acondeom

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Edson Távora : tal pai, tal filho 

Sob o título acima, o jornal Diário do Nordeste deste domingo traz uma ampla e interessante reportagem do jornalista Dawlton Moura sobre o magistral músico cearense, Edson Távora, pai do Edson Távora Filho, que, juntamente com sua esposa a cantora Anna Canário e com o Luciano, se apresentou no recente evento da AFA, a Coroação, no início de junho. Edson, o pai, foi professor de música com carreira marcante também como músico em Fortaleza e São Paulo. Teve como professor uma enorme importância na formação de grande parte dos músicos cearenses, muitos desses que alcançaram grande sucesso em suas carreiras, a exemplo de Nonato Luís, Manassés, Rodger, Teti e o grupo conhecido como “O pessoal do Ceará” do qual fizeram parte Ednardo, Belchior e Fagner.

 

A propósito, “Saudades de um Acordeom” é o título de uma das faixas do CD do Luciano, homenagem dele ao amigo Edson, um exímio acordeonista e pianista falecido em 1.999. E quem interpreta essa música de autoria do Luciano, num sensacional dueto com o excelente acordeonista cearense Adelson Vianna, é nem mais nem menos do que o virtuoso Dominguinhos, o principal herdeiro do “Rei do Baião”, o saudoso Luiz Gonzaga.

 

A matéria completa pode ser lida pela internet nos seguintes endereços :

 

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=452155

 

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=452157

 

Sérgio Almeida Franco, Salvador/Ba


Escrito por Sérgio Almeida às 21h12
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Padre versus Rabino

 

 

Num banquete, um padre católico sentou-se ao lado de um rabino judeu.  
O padre, querendo gozar o rabino, enche o prato com pedaços de
um suculento leitão e depois oferece para o "colega".
O rabino recusa, dizendo:
- Muito obrigado, mas...não sabe que a minha religião não permite a carne de porco?
- Noooossa! Que religião esquisita! Comer leitão é uma delííícia! -
Comenta o padre com ironia.
 
Na hora da despedida, o rabino chega e diz para o padre:
- Mande minhas recomendações a sua mulher!
E o padre, horrorizado:
- Minha mulher? Não sabe que a minha religião não permite casamento de sacerdotes?
- Noooossa! Que religião esquisita! Mulher é uma delííícia!!!.... mas se você prefere comer leitão....!!!

 

 

Enviado por Arlindo de Almeida Simões, Fortaleza/Ce


Escrito por Sérgio Almeida às 05h16
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 DICAS CONTRA O ENVELHECIMENTO

 

Parte II

 

Sabe-se que o envelhecimento é um processo biológico que pode

ser controlado. Há uma série de estudos afirmando que um estilo de vida

saudável é uma das chaves da longevidade.

Confira alguns deles:

 

11. COMA MENOS. Nos Estados Unidos, um estudo comparou cinqüentões

que viviam de dieta com outros que consumiam, em média, 2 000 calorias

por dia.

A conclusão foi que o primeiro grupo teve uma

expectativa de vida cerca de 30% maior, além de aparentar ser mais jovem do

que os congêneres da mesma idade.

 

 12. MORE PERTO DE UM PARQUE. Um estudo realizado por pesquisadores

japoneses concluiu que a expectativa de vida dos idosos que moram próximo

a áreas verdes é maior do que a daqueles que vivem

cercados de arranha-céus.


Escrito por Sérgio Almeida às 04h53
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 13. VÁ DE VERDES. Vegetais verde-escuros, como

espinafre, rúcula e brócolis, são ricos em ácido fólico, uma substância

que ajuda a manter a integridade do DNA.

 

 14. MANTENHA A MENTE ATIVA. Pesquisas mostram que a doença de

Alzheimer tem maior incidência entre as pessoas com baixo nível de

instrução.

Estudo publicado no New England Journal of Medicine

relaciona a leitura, os jogos de cartas e de tabuleiro e as palavras

cruzadas com a redução do risco de

demência em pessoas com mais de 75 anos.

 

 15. TOME VITAMINAS. Cápsulas de vitamina C são as mais indicadas. Seu

consumo ajuda a prevenir a degeneração macular, que afeta 3 milhões de

brasileiros e é a maior causa de cegueira em pessoas com mais de 50 anos.

Consulte seu médico sobre adosagem.

 

 16. CURTA O CHOCOLATE. Em pequenas quantidades, ele pode ser benéfico

à saúde. Segundo estudo do King's College, de Londres, a quantidade de

flavonóides encontrada em 50 gramas de chocolate é equivalente à de seis

maçãs, duas taças de vinho ou sete cebolas. Os flavonóides têm sido

apontados como importantes armas no combate aos radicais livres.


Escrito por Sérgio Almeida às 04h52
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 17. DE PREFERÊNCIA AOS PESCADOS. Peixes de água

profunda, como salmão e anchova, são ricos em ômega 3. Esse poderoso

antioxidante, segundo o jornal

da Associação Médica Americana, pode reduzir em até 81% o risco de morte

 súbita no homem.

 

 18. FAÇA SEXO. A atividade sexual traz sensações de

prazer e bem-estar, combate o stress, aumenta a auto-estima e ainda queima

calorias. Estudos mostram que as pessoas sexualmente ativas são mais

saudáveis.

Segundo a OMS, o sexo é um dos quatro pilares da

qualidade de vida, ao lado do prazer no trabalho, da harmonia familiar e

do lazer.

 

 19. SEJA OTIMISTA. Após dez anos estudando como a

personalidade de uma pessoa pode influir no aumento ou na diminuição da

expectativa de vida, pesquisadores holandeses concluíram que ter uma

atitude positiva pode diminuir em até 55% o risco de

morte prematura.

 

 20. NÃO PULE O CAFÉ-DA-MANHÃ. Pesquisa do Instituto de Gerontologia

da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, averiguou que os

centenários não costumam dispensar a primeira refeição do dia.

 

Enviado por Clarissa Pessoa Borges, João Pessoa/Pb

 


Escrito por Sérgio Almeida às 04h51
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14/07/2007

Desejo de Sogra...

 

O comentário abaixo foi feito por minha sogra Carmen, ela se referia ao passeio que os irmãos fizeram para Quixadá. Lembram?

“Que inveja...Pena que o passeio foi o Clube do Bolinha me senti excluída. Logo eu que fiquei mais tempo em Quixadá e que tenho também muito a recordar... Entretanto mesmo convidada não poderia subir à Pedra, nem chegar até ao açude. Apesar de ser a mais nova (aí mente)... sou mais limitada.” (Carmen)

Foi este comentário que me fez tomar uma atitude. Minha sogra, vou dar um jeito neste seu desejo. Com os meus “super informáticos poderes” quero que a minha sogra apareça nas fotos!!! 

 


Escrito por Sérgio Almeida às 20h26
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A França e o mundo relembram hoje a queda da Bastilha

 

O dia 14 de julho de 1.789 marcou o início do processo revolucionário na França, o mais importante fato político da moderna história universal

 

Fortaleza da Bastilha, prisão política da monarquia francesa

 

Contexto Histórico : A França no século XVIII 
A situação da
França no século XVIII era de extrema injustiça social na época do Antigo Regime. O Terceiro Estado era formado pelos trabalhadores urbanos, camponeses e a pequena burguesia comercial. Os impostos eram pagos somente por este segmento social com o objetivo de manter os luxos da nobreza.

A França era um país absolutista nesta época. O rei governava com poderes absolutos, controlando a economia, a justiça, a política e até mesmo a religião dos súditos. Havia a falta de democracia, pois os trabalhadores não podiam votar, nem mesmo dar opiniões na forma de governo. Os oposicionistas eram presos na Bastilha (prisão política da monarquia ) ou condenados à guilhotina.
A sociedade francesa do século XVIII era estratificada e hierarquizada. No topo da pirâmide social, estava o clero que também tinha o privilégio de não pagar impostos. Abaixo do clero, estava a nobreza formada pelo rei, sua família, condes, duques, marqueses e outros nobres que viviam de banquetes e muito luxo na corte. A base da sociedade era formada pelo terceiro estado (  trabalhadores, camponeses e burguesia ) que, como já dissemos, sustentava toda a sociedade com seu trabalho e com o pagamento de altos impostos. Pior era a condição de vida dos desempregados que aumentavam em larga escala nas cidades francesas.
A vida dos trabalhadores e camponeses era de extrema miséria, portanto, desejavam melhorias na qualidade de vida e de trabalho. A burguesia, mesmo tendo uma condição social melhor, desejava uma participação política maior e mais liberdade econômica em seu trabalho.

A Revolução Francesa ( 14/07/1789 ) 
A situação social era tão grave e o nível de insatisfação popular tão grande que o povo foi às ruas com o objetivo de tomar o poder e arrancar do governo a monarquia comandada pelo rei Luis XVI. O primeiro alvo dos revolucionários foi a Bastilha. A Queda da Bastilha em 14/07/1789 marca o início do processo revolucionário, pois a prisão política era o símbolo da monarquia francesa.
O lema dos revolucionários era " Liberdade, Igualdade e Fraternidade ", pois ele resumia muito bem os desejos do terceiro estado francês.
Durante o processo revolucionário, grande parte da nobreza deixou a França, porém a família real foi capturada enquanto tentava fugir do país. Presos, os integrantes da monarquia, entre eles o rei Luis XVI e sua esposa Maria Antonieta foram guilhotinados em 1793.O clero também não saiu impune, pois os bens da Igreja foram confiscados durante a revolução.
No mês de  agosto de 1789, a Assembléia Constituinte cancelou todos os direitos feudais que existiam e promulgou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Este importante documento trazia significativos avanços sociais, garantindo direitos iguais aos cidadãos, além de maior participação política para o povo.

 

  A queda da Bastilha, no 14 de Julho de 1789, ainda hoje é comemorada como o principal feriado francês.

 


Escrito por Sérgio Almeida às 06h00
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AFA KIDS

Qual é o cúmulo da tecnologia?
construir um submarino conversível.

Qual é o cúmulo do egoísmo?
R: Não vou contar, só eu que sei!

Qual é o cúmulo do futebol?
R: Fazer um gol e errar no replay.

Qual é o cúmulo da paciência?

R: Varrer a areia da praia.

Qual é o cúmulo da organização?
R: Toma sopa de letrinhas em ordem alfabética.

Qual é o cúmulo da curiosidade?
R.: te conto amanhã!

Qual é o cúmulo da rapidez?
R.: subir até o alto de um prédio de 20 andares pela escada, cuspir, descer e chegar na rua antes do cuspe.

Qual é o cúmulo da paciência?

R.: tentar tomar sopa de garfo.

Qual é o cúmulo da sorte?
R.: ser atropelado por uma ambulância.

Qual é o cúmulo do absurdo?
R.: passar manteiga no pão de açúcar.

Qual é o cúmulo do astronauta distraído?
R.: bater a nave e dizer que foi por falta de espaço.

Qual é o cúmulo de ser baixinho?
R.: subir na escada para amarrar o sapato.

Qual é o cúmulo da burrice?
R.: abrir o lápis para ver se sai letrinhas.

Qual é o cúmulo da burrice?

R.: espiar pelo buraco da fechadura de uma porta de vidro.

Qual é o cúmulo da burrice?
R.: dois carecas brigando por um pente.

Qual é o cúmulo da burrice?
R.: tirar par ou ímpar no espelho e só pedir ímpar!

Qual é o cúmulo da rapidez?
R.: apostar corrida em volta da mesa e chegar em primeiro lugar.

Qual é o cúmulo da rapidez? (parte 2)
R.: correr em volta do poste e conseguir pegar você mesmo.

Qual é o cúmulo da rapidez? (parte 3)
R.: trancar a gaveta com a chave dentro.

Qual é o cúmulo da força?
R.: dobrar a esquina.

Qual o cúmulo da força? (parte 2)
R.: fazer tricô com a linha do trem.

Qual é o cúmulo da dor?
R.: escorregar num escorregador de gilete e cair numa piscina de álcool.



Escrito por Sérgio Almeida às 05h54
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13/07/2007

Desafio : Quem será o menino ?

O garoto é Alexandre Almeida e a resposta correta foi dada Sérgio Cartaxo, o grande vice-presidente da AFA. A resposta ficou mais fácil depois da dica dada pela mãe "coruja", Josélia. E qual a mãe que não é "coruja" ?

Leiam a seguir comentário do Alexandre sobre a foto, que certamente lhe traz boas lembranças da sua infância :

Sergio Cartaxo, realmente você acertou. A dona Josélia prometeu e vai ter que pagar o brinde de um “porta-caneta”. Na foto: Alexandre Almeida com três anos. Um pouco da história da foto: - O cachorro foi o recurso que o fotografo encontrou para tirar a foto que deveria ser frontal e imóvel. A foto ficou tão boa que foi exposta numa loja em Fortaleza por algum tempo. Alexandre.


Escrito por Sérgio Almeida às 04h36
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DICAS CONTRA O ENVELHECIMENTO 

 

Enviado por Clarissa Pessoa Borges, sobrinha da Itacoeli , João Pessoa/Pb

 

Clarissa, o xodó da tia

 

 Sabe-se que o envelhecimento é um processo biológico que pode

ser controlado. Há uma série de estudos afirmando que um estilo de vida

saudável é uma das chaves da longevidade.

Confira alguns deles:

 

Parte I

 

 

 1. CASE-SE. Segundo estudo publicado no Health

 Psychology Journal, dos Estados Unidos, as pessoas que se mantêm em

longas e bem-sucedidas uniões têm uma expectativa de vida maior em

comparação àquelas que se casam novamente ou terminam a vida

divorciadas ( desde que estejam juntas por amor e não por aparência,

conveniência ou obrigação social ).


Escrito por Sérgio Almeida às 04h33
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 2. EXPRESSE SUAS EMOÇÕES. De acordo com o Journal of Clinical

Psychology, da Inglaterra, aqueles que manifestam suas emoções por meio de

alguma atividade artística, como cantar, escrever e pintar, são mais

saudáveis do que as pessoas que não o fazem.

 

 3. TENHA HORÁRIOS. Evite a prática de exercícios entre as 11 da

manhã e a 1 da tarde, principalmente em lugares reconhecidamente poluídos.

É quando a produção de adrenalina atinge seu pico. O sangue fica mais

grosso do que o normal, a pressão arterial sobe e o batimento cardíaco se

eleva. Durante essas duas horas, é maior a probabilidade de uma placa de

gordura se romperem um vaso, o que pode provocar derrame cerebral ou

infarto no coração.

 

 4. SEJA SOLIDÁRIO. Segundo estudo publicado na revista Psychology

Science, dar apoio físico ou emocional a outras pessoas reduz em até 60% o

risco de morte prematura no idoso.

 

 5. PREFIRA AS COMÉDIAS. O riso espontâneo promove a dilatação dos

vasos e melhora o fluxo sanguíneo. Também reduz os níveis de adrenalina e

cortisol no sangue e aumenta a liberação de endorfinas, hormônios

ligados às sensações de bem-estar e prazer. Quer mais? Ainda emagrece.

Estudos da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, concluíram que dar boas

risadas por um período de dez a quinze minutos faz uma pessoa queimar,

em média, 50 calorias.


Escrito por Sérgio Almeida às 04h31
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6. USE O FIO DENTAL. De acordo com pesquisadores da Universidade

Harvard, nos Estados Unidos, a inflamação bacteriana da gengiva, causada

pelo acúmulo de resíduos alimentares entre os dentes,

aumenta em 72% o risco de doença cardiovascular.

 

 7. IMITE OS BRITÂNICOS. Ser pontual é bom, mas beber chá é ainda

melhor. De acordo com o jornal Phytotherapy Research, o hábito cultivado

pelos ingleses pode ajudar no combate à doença de Alzheimer. Estudos

indicam também que o consumo de

chá reduz os riscos de câncer. O chá verde é o que promete maiores

benefícios.

 

 8. LARGUE O CIGARRO. Fumantes regulares vivem, em média, dez anos

menos do que um não-fumante. Cerca de 90% dos casos de câncer nos

pulmões, a neoplasia que mais mata no Brasil, estão

relacionados ao tabagismo.

 

 9. TENHA FÉ ( Crer com embasamento e não por fé cega ). Segundo o

International Journal of Psychiatry and Medicine, ter uma crença forte em

algo ajuda a combater o stress e problemas emocionais.

 

 10. BEBA COM MODERAÇÃO. Estudos mostram que o consumo diário de até

duas taças de vinho deve fazer parte da receita para uma vida longa. Até a

cerveja, quando consumida moderadamente, pode trazer

benefícios à saúde, apontam pesquisas recentes.

 


Escrito por Sérgio Almeida às 04h29
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12/07/2007

Coluna Vaivém nos aeroportos

 

Viagem do casal premiado.

 

         Segundo a patrocinadora do sorteio, a sócia Iêda Falcão, está tudo confirmado: o casal Arnaldo Felipe e Diane, premiado no último encontro da AFA, viaja para São Luís no dia 13.07.07, ficando até 15.07.07. De acordo com as informações que recebemos, o casal ira acompanhado, pois a sócia Josélia resolveu ir junto. Esta notícia agradou e muito a patrocinadora do evento. Vejam suas palavras: “E para nossa alegria Josélia também virá acompanhando o casal e, com certeza, terei muito prazer em recebê-los.” (Ieda)

Aguardamos as fotos oportunamente para serem publicadas no blog da AFA.

 

Por Sergio Cartaxo – Fortaleza(CE)


Escrito por Sérgio Almeida às 12h10
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Continua o Desafio : Quem é o menino ?

 

Até agora ninguém acertou. E há no meio das respostas que já foram dadas uma que é uma grande dica. Leiam com atenção que está fácil demais.


Escrito por Sérgio Almeida às 06h47
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Dicas de Português

Por Paulo Ramos


Dou a quem doer (ou doa em quem doer?)

Fui consultado sobre a expressão "doa a quem doer". Um leitor do jornal "Folha de S.Paulo" questionava se não seria "doa em quem doer".

O "Dicionário Prático de Regência Verbal", de Celso Luft, registra que o verbo "doer" admite preposição "a" mais um verbo no infinitivo. Tradução disso num exemplo:

- Dói a ele ver o filho assim.

O "Houaiss" registra exemplos semelhantes, mas com "lhe" no lugar de "a ele".

Vejo o mesmo contexto na expressão "doa a quem doer". O "a quem" seria equivalente ao "a ele" do exemplo anterior. "Doer" é o verbo no infinitivo. Logo, é perfeitamente possível a construção
doa a quem doer.

Embora não seja o caso especificamente deste exemplo, é difícil justificar algumas expressões coloquiais da língua portuguesa. Elas foram popularizadas assim. E é assim que são usadas. Mexer nisso pode trazer mais dúvida do que clareza.

Uma tentativa de justificar "risco de vida" gerou a confusão que se vê hoje no uso dessa expressão. O brasileiro sempre ouviu "risco de vida". Os mais puristas dizem -com certa razão- que não faz sentido correr risco de viver, mas sim de morrer. Por isso, preferem "risco de morte".

Mas, se todos usavam a expressão antes e a entendiam, por que modificar?
Por ser "certo"? Diria que é, no mínimo, discutível

 


Paulo Ramos é jornalista, professor e consultor de língua portuguesa do Grupo Folha-UOL.

E-mail: peramos@uol.com.br


Escrito por Sérgio Almeida às 06h09
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11/07/2007

Conheça o LEC versão 2.008 :   Limousine Ecologicamente Correta

Movida a Capim

Fonte : Blog do Mesquita


Escrito por Sérgio Almeida às 05h42
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O caminho para o auto-encontro 

 “Há vinte anos que estou em busca de mim mesma e não me encontro”, queixava-se para mim uma paciente que já tinha grande experiência em grupos e encontros. Minha tarefa era pensar num meio indireto de fazê-la sair de si mesma, num tipo de rodeio que lhe fosse agradável.

“Olhe ao seu redor. O que você vê?”

A paciente ainda estava com os olhos fechados para o próximo, para o ambiente e para o mundo exterior. Mas o diálogo logoterápico iria apurar seus sentidos e clarear seu olhar. Falamos de outras pessoas e de suas experiências. Falamos de mudanças objetivas que poderiam abrir perspectivas onde não existiam senão becos sem saída. Aos poucos a mulher conseguiu ir me acompanhando. Constatou-se que muitas boas coisas do começo de sua vida haviam sido negligenciadas e esquecidas: seu antigo círculo de amizades, a música caseira que ela tanto apreciara, a desenfreada criatividade de seus anos de menina.

“Como foi que tudo isso aconteceu?”, perguntava-me ela.

Concordamos em reformular a pergunta: “Qual pode ser o sentido de tudo isso?” Ela adivinhou a resposta. O sentido podia ser encontrado na medida em que ela viesse, literalmente, a refletir sobre si própria. Para começar, todos os dias ela deveria pôr em prática três tarefas do programa terapêutico:


Escrito por Sérgio Almeida às 05h08
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1.      um encontro amigável com outra pessoa – podia ser também um encontro em pensamento, uma saudação escrita, uma conversa telefônica. Nesse encontro, a paciente teria que voltar-se conscientemente para a outra pessoa, refletir sobre a situação dessa pessoa e escolher para ela a palavra adequada;

2.      uma ação útil – não perdemos muito tempo imaginando o que significava ação “útil”, pois a paciente sabia perfeitamente de que se tratava; uma atividade que possuísse sentido e que levasse a alguma coisa de positivo. Para isso seria necessário ter idéias e também esforço, perseverança e, conforme o caso, auto-superação;

3.      uma pausa de silêncio que deveria ser preenchida com uma meditação objetiva – deveria ser alguma coisa meditada e sentida. Bem apropriadas para isso seriam as cores do crepúsculo vespertino, ou também a árvore retorcida diante de sua janela, ou a flor do cacto natalino na vitrine. O importante seria a reflexão, que liga o sujeito ao objeto.

As propostas revelaram-se difíceis, mas viáveis, e seguiu-se um período de saudável aprendizagem. Quando a mulher chegava para o aconselhamento, eu perguntava: “Que foi que você viu com seu ‘olho espiritual’?”. Cada vez mais ela conseguia falar de outras coisas. Antigas amizades voltaram a ressurgir, esquecidos exercícios no acordeão foram reativados, sua sensibilidade para com o mundo aumentou. Seus dias encheram-se cada vez mais, as horas passaram a ficar preenchidas. Daí a pouco ela não tinha mais necessidade de nenhum programa, porque os contatos com as pessoas, as atividades úteis e as pausas de reflexão passaram a ser coisas naturais e evidentes. Até serões musicais voltaram a realizar-se todas as semanas.

“Sinto-me tão bem como há muito tempo não me sentia”, disse a mulher, “como se tivesse acordado de um pesadelo”.

Olhei-a pensativamente. Depois apresentei pela última vez o “ferro quente”:

“Em que pé se encontra sua procura por si mesma?”

Engraçado”, disse-me ela sorrindo, “quando deixei de me procurar, comecei a me encontrar...”.

Texto de Elisabeth Lukas, Histórias que Curam ..., p. 28-30 – 

Tradução de Carlos Almeida, Campina Grande/Pb - 08.07.07

 


Escrito por Sérgio Almeida às 05h08
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10/07/2007

Desafio : Quem será o menino ?


Escrito por Sérgio Almeida às 06h02
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Vejam que crônica interessante. Imperdível !

 

Sérgio Almeida, Salvador/Ba

 

RUBEM ALVES

Os artistas


O que dá alegria às crianças é a simplicidade dos desejos. Eu desejava pouco; portanto o pouco que tinha era muito


MEU PAI foi homem rico em tempos antes do meu nascimento. Lembro-me só dos tempos de pobreza dos quais não tenho nem uma só memória triste. Isso deve soar estranho aos pais que pretendem dar felicidade aos seus filhos e tranqüilidade a si mesmos locupletando-os com brinquedos que logo ficam velhos e são abandonados. O que dá alegria às crianças não é a multiplicidade dos brinquedos mas a simplicidade dos desejos. Eu desejava pouco; portanto o pouco que eu tinha era muito.
Albert Camus escreveu nos Primeiros Cadernos: "Que pode um homem desejar de melhor do que a pobreza? Não disse miséria nem o trabalho sem esperança do proletário moderno. Mas não vejo o que pode desejar-se mais do que a pobreza ligada a um ócio ativo".
No meu ócio ativo entenda-se ócio ativo como o tempo livre para fazer o que eu quisesse, sem a perturbação da presença dos adultos -eu fazia meus próprios brinquedos. Está tudo contado no livro que escrevi para minhas netas "Quando eu era menino" (Papirus).
Mas antes de ir à falência e ficar pobre meu pai era dono de muita coisa na cidade. Fábricas, imóveis, serraria. Novidadeiro, apresentou à população pacata de Boa Esperança um assombro do progresso: água açucarada colorida endurecida e fria em torno de um pauzinho que era para ser chupada. Era o picolé que durante muitos dias foi o grande assunto das rodas de conversas dos ricos e dos pobres. Como é que a água mole ficava dura? Era também dono do cinema que passava filmes mudos explicados aos berros por um italiano. Profissão que não existe mais: explicador de filmes...
Pois um dia chegou a Boa Esperança pela jardineira que vinha de Três Pontas um casalzinho diferente, dois moços, que tinha ares de cidade grande. Ficaram perdidos ao descer da jardineira porque lá não havia nem pensão e nem hotel. Para agravar o embaraço havia o fato de serem artistas de teatro que chegavam àquele lugarzinho perdido para se apresentarem num espetáculo.
Sem saber o que fazer, foram procurar o Diano, meu pai, apelido do nome mais estranho que já vi, Herodiano... Meu pai logo se apressou e levou os dois para se hospedarem na sua casa. Alugaram o cinema do meu pai por uma noite e prometeram pagar com o lucro do espetáculo.
Meu pai, olhando para aquele casalzinho, pensou: "Mas ninguém vai gastar dinheiro para ver esses dois. Eles vão dar um espetáculo para ninguém..."
Meu pai não suportava ver ninguém sofrer. Pois sabem o que ele fez? Comprou a lotação inteira do seu próprio cinema e distribuiu os bilhetes pelo povo, gratuitamente.
O cinema ficou lotado. Ninguém recusa presente dado. O espetáculo foi um sucesso. Os artistas ficaram exultantes. Foram pagar o aluguel. Meu pai não aceitou. Saíram de Boa Esperança com a cara cheia de risos e o bolso cheio... de dinheiro do meu pai...
O nome do artista homem nunca me foi dito. Mas o nome da artista mulher era Dercy Gonçalves. É possível que ela nem mais se lembre desse ocorrido.
Esse episódio me veio à memória porque, se não me engano, no dia 23 de junho a eterna Dercy completou 100 anos. Ô, mulher maravilhosa. O tempo não pode com a alma dela!

 

Fonte : Folha de São Paulo


Escrito por Sérgio Almeida às 05h12
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Rubem Alves nasceu no dia 15 de setembro de 1933, em Boa Esperança, sul de Minas Gerais, naquele tempo chamada de Dores da Boa Esperança. A cidade é conhecida pela serra imortalizada por Lamartine Babo e Francisco Alves na música "Serra da Boa Esperança".

Poeta, pedagogo e filósofo de todas as horas, cronista do cotidiano, contador de estórias, ensaísta, teólogo, acadêmico, autor de livro para crianças, psicanalista, Rubem Alves é um dos intelectuais mais famosos e respeitados do  Brasil. Tem mais de cinquenta livros publicados, entre os quais o ótimo UM MUNDO NUM GRÃO DE AREIA, que li há pouco tempo por indicação de Lise Weckerle, uma amiga importante, que é a ilustre presidente da Associação Comercial da Bahia.

 

"Enquanto a sociedade feliz não chega, que haja pelo menos
fragmentos de futuro em que a alegria é servida como
sacramento, para que as crianças aprendam que o
mundo pode ser diferente. Que a escola,
ela mesma, seja um fragmento do
futuro..."


Escrito por Sérgio Almeida às 05h11
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09/07/2007

RELEMBRANDO COM SAUDADES

         Nós, Aroldo, Airton e Aélio, já tínhamos ido a Quixadá, muitas vezes, desde a década de cinqüenta, quando mudamos para Fortaleza. Porém, sempre íamos à terra natal em fins de semana, com objetivo definido e cumprido o compromisso, voltávamos para casa.

         Tivemos, então, a idéia de ir a nosso local de origem “buscar lembranças afetuosas”, ou seja, “matar as saudades”. Viajamos no meio da semana, dias 20 e 21 de junho do corrente ano, só nós três tendo como meta relembrar nossa infância e adolescência.

         Projetamos e realizamos: subir a pedra do Cruzeiro, visitar o Cedro e Choró, caminhar pela cidade revendo pontos como o chalé da pedra, a avenida velha, a nova, a praça de estação, a rua das flores, a rua do fogo,a Chica Graiada e rever as duas casas onde moramos. Tivemos, ainda a felicidade de ouvir o, recentemente recuperado, relógio da Igreja velha, no seu badalar das horas!

         Além disso, visitamos muitos companheiros de infância e alguns amigos de nossos pais, conseguindo localizar dez amigos de meninice e dois da família, pois muitos se mudaram para outros locais ou para o outro lado da vida...

         Foi uma experiência maravilhosa, que nos deixou felizes e renovados e que recomendamos para todos os parentes e sócios da AFA.

 

Por Sergio Cartaxo – Fortaleza(CE) – material enviado por Aroldo

 

FOTOS DO PASSEIO

FOTO 1 –  AÇUDE DO CEDRO, VENDO-SE AO FUNDO A PEDRA DA GALINHA CHOCA

AROLDO, AIRTON E AÉLIO

FOTO 2 –  PEDRA DO CRUZEIRO

AROLDO E AÉLIO

FOTO 3 –  JANELINHA (PEDRA DO CRUZEIRO)

AROLDO E AIRTON

FOTO 4 - PADARIA DO JOÃO PIRES

AÉLIO, EVERARDO, AROLDO, LAFAIETE, AIRTON E  JOÃO EUDES

FOTO  5 - SÍTIO DO KLEBER (BOTO)

AROLDO, AIRTON, GLEDSTONE, AÉLIO E KLEBER

FOTO 6 - RESIDÊNCIA NENEM ACIOLE

AÉLIO, AIRTON E AROLDO COM NENEM E FAMÍLIA

  

Por Sergio Cartaxo – Fortaleza(CE) – material enviado por Aroldo


Escrito por Sérgio Almeida às 08h43
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Bebel morando em Fortaleza

 

 

Bebel, Carlos e Analine, esta uma neta da Aleuda e super-amiga de Bebel 

 

Já se encontra em Fortaleza, onde vai assumir  esta semana uma função numa Galeria de Arte é Bebel, filha de Socorro Guedes Almeida e Carlos Almeida, que moram em Campina Grande/Pb. Após passar dois anos e meio na Alemanha, Bebel vai poder aplicar um pouco de sua rica experiência adquirida naquele poderoso país europeu.

 

A AFA deseja a Bebel todo o sucesso em sua carreira.


Escrito por Sérgio Almeida às 06h32
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O que foi que o mendigo disse

Estava triste, desmotivado. Sua mulher havia deixado de amá-lo.
Levantou da cama e vestiu-se naquela manhã de domingo.
Sem nada para fazer, saiu de casa e andou sem rumo.
Até aquele dia, nunca tinha reparado como era penoso viver sem amor.
Depois de andar durante horas, sentou-se à sombra de uma árvore frondosa no
banco de uma praça, de cabeça baixa.


Ao seu lado, sentou-se um homem que, pelo seu aspecto, pareceu-lhe um mendigo.
Quase se levantou para seguir o seu caminho, mas o sorriso do homem o reteve.
Aos poucos, se estabeleceu um diálogo e uma animada conversa que se estendeu por horas.
Finalmente, o marido se levantou do banco, deixando dinheiro na mão do mendigo.
Sua postura já estava diferente. Agora, com passo enérgico, voltou para casa,
tomou banho, fez a barba e se vestiu com todo cuidado.
Saiu sem dar explicações e sua mulher, que já não o amava, se mostrou levemente
curiosa com a sua nova atitude. Voltou à noite, bem tarde.


No dia seguinte, cumprimentou gentilmente sua mulher e foi trabalhar.
Na volta, vestiu um short, calçou tênis e fez uma longa caminhada noturna.
Dormiu com excelente disposição. 

O dia seguinte foi igual, talvez melhor.
Sua mulher, que não o amava, e seus filhos se surpreenderam.
Parecia ter perdido a tristeza.
Ganhara uma força e uma elegância que a família nunca antes tinha notado.
Continuou a ser gentil com a mulher, mas nunca mais lhe pediu desculpas ou
explicações, nem exigiu que fizesse amor com ele.

Passaram-se semanas.
A atitude do marido continuava firme e a disposição otimista instalou-se de vez.
A mulher sentia-se cada vez mais intrigada com a mudança miraculosa do marido
e teve mais simpatia por suas novas atitudes, sábias e moderadas.
Embora ela persistisse em não amá-lo, ele melhorava seu desempenho como
pessoa e como pai.


Agora, os amigos o procuravam.
Era evidente que tinha se transformado num homem sábio.

Quanto a mim, sou um sujeito profundamente curioso, talvez por ser escritor e
fui à mesma praça onde estivera o marido a fim de procurar o mendigo.
Pude reconhecê-lo imediatamente. Sem vacilar, sentei-me a seu lado.
Apresentei-me e perguntei o que ele tinha dito para o marido.

Sorrindo, o mendigo me respondeu: "Ah, lembro... Não dei grande conselho.
Disse-lhe apenas que, com minha experiência de mendigo, aprendi que nunca
se deve pedir dinheiro e, pelas mesmas razões, jamais se deve suplicar amor.
Essas são duas coisas que sempre nos negam quando as pedimos".
E sorrindo, acrescentou: "O dinheiro, a gente ganha; o amor, se conquista".

 

                   

Enviado por Arnaldo Almeida, Fortaleza/Ce


Escrito por Sérgio Almeida às 06h14
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08/07/2007

Federer conquista seu quinto título consecutivo em Wimbledon

Na superfície de grama onde normalmente o suiço número um do mundo, Roger Federer, é muito superior a seus adversários, o jovem espanhol Rafael Nadal, o número dois, ofereceu forte resistência e somente no quinto e decisivo set a vitória surgiu para Federer naquele que é o torneio mais tradicional e o mais cobiçado do circuito profissional do tênis.

Com essa conquista Federer se iguala ao sueco Björn Borg, que também venceu esse torneio em cinco vezes consecutivas entre o final dos anos setenta e início dos anos oitenta. Por sinal, o ex-tenista Borg marcou neste domingo em Londres sua elegante presença na tribuna de honra de Wimbledon, vendo seu feito ser igualado. Também estiveram presentes outras importantes celebridades, entre as quais muitos membros da família real britânica.

 

A propósito, a final de Wimbledon é um dos eventos esportivos visto por um maior número de telespectadores em todo o planeta, somente sendo superado pela final da Copa do Mundo de Futebol, a Abertura e o Final das Olimpíadas e o jogo inaugural da Copa do Mundo. A partida de hoje, que foi disputada num padrão técnico do mais alto nível, com os dois tenistas dando o máximo de si, foi transmitida para mais de 170 países, tendo sido vista por mais dois bilhões de pessoas.

 

Depois que se tornou número um do mundo em 2.003, somente três tenistas conseguiram derrotar Federer em torneios do Grand Slam. Foram eles o espanhol Rafael Nadal, em Roland Garros, o russo Marat Safin no Australian Open e o brasileiro Gustavo Kuerten, que o venceu em Roland Garros em 2.004.

 

Sérgio Almeida Franco, Salvador/Ba

 


Escrito por Sérgio Almeida às 20h32
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Almeidas do Rio de Janeiro

Em comemoração pela escolha da estátua do Cristo Redentor como uma das novas sete maravilhas do mundo, postamos essa foto com um seleto grupo de integrantes da família Almeida da cidade maravilhosa.


Escrito por Sérgio Almeida às 07h01
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Confira as novas sete maravilhas do mundo

1- Muralha da China;
2- Cidade de Petra (Jordânia);
3- Cristo Redentor (Rio de Janeiro);
4- Machu Picchu (Peru);
5- Chichen Itzá (México);
6- Coliseu (Itália);
7- Taj Mahal (Índia).



Escrito por Sérgio Almeida às 06h54
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Conheça a história da estátua do Cristo Redentor



A história do Cristo Redentor começou em 1859, quando o padre Pedro
Maria Boss teve a idéia de erguer um monumento religioso no Morro do
Corcovado, que anos antes era chamado de Pináculo da Tentação. Ele pediu
recursos para a Princesa Isabel, mas ela negou. Somente em 1921 é que o
projeto foi retomado.

A intenção era construir uma estátua de bronze, representando Jesus
Cristo abençoando o Brasil, no alto do Pão de Açúcar, para comemorar o
Centenário da Independência, que aconteceria no ano seguinte. Para isso,
algumas assembléias foram organizadas para discutir o projeto e local da
edificação. A dúvida era entre o Pão de Açúcar, o Corcovado e o Morro de
Santo Antônio. Optou-se pelo Corcovado por ser o mais alto e
estruturado.

A pedra fundamental da construção foi lançada no dia 4 de abril de 1922.
Quatro anos depois, as obras foram iniciadas.

O engenheiro Heitor da Silva Costa tornou-se responsável pelo projeto
através de concurso. Ele foi para a Europa e escolheu o arquiteto Paul
Landowsky para desenvolver a maquete definitiva da estátua e estudar os
problemas de construção e base. Enquanto isso, a Igreja Católica iniciou
no Rio de Janeiro a Semana do Monumento, que foi uma campanha para
arrecadar contribuições para a construção.

Até 1928, várias maquetes foram elaboradas para aperfeiçoar o Cristo
Redentor. Neste ano, a armação metálica foi substituída por uma
estrutura de cimento armada e a imagem assumiu a forma de uma cruz.
Vários materiais foram cogitados para seu revestimento, mas, por fim,
foi escolhida a pedra-sabão, pois é extremamente resistente ao tempo,
além de não deformar e nem rachar com as variações de temperatura.

Em 1931 não se falava outra coisa na cidade. A chegada e a montagem da
estátua e os preparativos para a inauguração eram os assuntos preferidos
dos cariocas. Inaugurado em 1884 por D. Pedro II, o Trem do Corcovado
foi o responsável pelo transporte das peças e dos funcionários que
trabalharam na obra.

O esperado monumento do Cristo Redentor foi inaugurado no dia 12 de
outubro de 1931, no alto do Morro do Corcovado. A consagração foi feita
pelo cardeal Dom Sebastião Leme. Segundo sua pregação, os objetivos da
estátua eram evangelização e retomada do poder da Igreja no Estado
Republicano. O chefe do Governo Provisório, Getúlio Vargas, e todo o seu
ministério também participaram da cerimônia.

Em 1934, o Cristo recebeu a visita do então secretário de Estado do
Vaticano, Eugênio Pacelli. Cinco anos depois, Pacelli se tornaria o Papa
Pio XII. Em 1980, foi a vez do Papa João Paulo II. Ele emocionou o mundo
ao abençoar o Rio lá de cima.

Os anos se passaram, o local recebeu nova iluminação e seus acessos se
modernizaram. Em 2003, foram inaugurados os elevadores panorâmicos e as
escadas rolantes. Antes, era preciso enfrentar 220 degraus que levam até
a imagem.

O monumento do Cristo Redentor completou 75 anos em 2006. Como
homenagem, a Capela Nossa Senhora Aparecida, aos pés da estátua, se
tornou um santuário pela Arquidiocese do Rio. Ela já está sendo
reformada e em breve poderá celebrar casamentos, batizados e missas,
além de receber fiéis.

 

Fonte : site do Terra
Escrito por Sérgio Almeida às 06h52
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07/07/2007

Presença da AFA no Rio de Janeiro

Marcelo e Maurício


Escrito por Sérgio Almeida às 06h42
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AFA KIDS

Qual é o cúmulo da amnésia?
R.: xi... esqueci!

Qual o cúmulo do regime?
R.: tomar caldo de cana com adoçante.

Qual o cúmulo do atraso no basquete?
R.: acertar a bola na cesta e ela só cair no sábado.

Qual é o cúmulo da distração?
R.: engolir o guardanapo e limpar a boca com o bife.

Qual é o cúmulo da distração? (parte 2)
R.: comer o prato e deixar a comida.

Qual é o cúmulo da paciência?
R.: contar degraus da escada rolante!

Qual e o cúmulo da paciência? (parte 2)
R.: assistir a uma corrida de lesmas em câmera lenta.

Qual é o cúmulo da paciência? (parte 3)
R.: vomitar de canudinho.

Qual é o cúmulo da magreza?
R.: é usar um pijama de uma listra só.

Qual é o cúmulo da magreza? (parte 2)
R.: deitar na agulha e se cobrir com a linha.

Qual é o cúmulo da rebeldia?
R.: morar sozinho e fugir de casa.

Qual é o cúmulo da lerdeza?
R.: ver uma corrida de tartarugas em câmera lenta!

Qual é o cúmulo do viajante?
R.: a morte bater na sua porta e você não estar em casa.


Escrito por Sérgio Almeida às 06h37
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06/07/2007

PENSAMENTOS

 

"BRINCAR É CONDIÇÃO FUNDAMENTAL PARA SER SÉRIO" Arquimedes

É melhor ser alegre que ser triste, alegria é a melhor coisa que existe, é assim como a luz no coração..."

 

rir é o melhor remédio

 

10 Homens e 1 mulher

Onze pessoas estavam penduradas em uma corda num helicóptero.

Eram dez homens e uma mulher. Como a corda não era forte o suficiente para
segurar todos, decidiram que um deles teria que se soltar da corda.
Eles não conseguiram decidir quem, até que, finalmente, a mulher disse que
se soltaria da corda pois as mulheres estão acostumadas a largar tudo
pelos
seus filhos e marido, dando tudo aos homens e recebendo nada de volta e
que
os homens, como a criação primeira do mundo, mereceriam sobreviver, pois
eram também mais fortes, mais sábios e capazes de grandes façanhas...

Quando ela terminou de falar, todos os homens começaram a bater
palmas........ E caíram da corda...........

 

Por Sergio Cartaxo - Fortaleza(CE)


Escrito por Sérgio Almeida às 09h26
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Carmem & Carmen

  

Carmen e Carmen. Na segunda foto, Aélio dança com Carmen.

Na foto vemos Maria Carmen Monteiro de Holanda, uma das fundadoras da AFA e nossa grande presidente de honra,  e Carmen Tereza Viana Bernardo Monteiro, sua cunhada. Sorte de Aélio,  respectivamente irmão e esposo das duas Carmens.

 


Escrito por Sérgio Almeida às 04h42
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Mulher não fala mais do que homem, diz estudo

 

Cálculo feito com 396 pessoas foi publicado na "Science"

 

Folha de São Paulo

 

O marido chega em casa à noite e tenta assistir ao futebol, ou então ler o jornal. A mulher, talvez por uma propensão natural à fala, quer conversar de qualquer forma, e muito. Essa "tese", porém, segundo um cálculo apresentado hoje na revista "Science", está destinada ao porão do folclore machista.
O estudo, feito por psicólogos dos EUA e do México, revelou que mulheres não falam mais do que homens. A média de palavras faladas pelos dois sexos apresenta uma diferença de só 7% (546 palavras por dia). Enquanto os homens falam 15.669 palavras ao dia, as mulheres usam 16.215. A diferença é estatisticamente irrelevante.
Os números consagrados até agora pela literatura científica, porém, são bem diferentes dos apresentados hoje. Os cálculos anteriores falavam em 7.000 palavras para o homem e 20 mil para as mulheres ao dia.
"Nós concluímos que o estereótipo altamente divulgado de que as mulheres são mais falantes não tem fundamento", escreveram os pesquisadores liderados por Matthias Mehl, da Universidade do Arizona.
Para chegar ao cálculo, foram feitos seis diferentes experimentos entre os anos de 1998 e 2004. Grupos de homens e mulheres, entre 17 anos e 29 anos, foram monitorados durante períodos que variaram de 2 dias a 10 dias. No total, 396 participantes foram estudados.
O equipamento ligado aos participantes -todos estudantes universitários- impedia que houvesse qualquer tipo de controle sobre a gravação. As pessoas também não conseguiam perceber se o equipamento estava gravando ou não.
"Uma limitação potencial da nossa análise é que todos os nossos participantes eram estudantes", admitem os próprios autores do trabalho.
Entre as seis amostras estudadas, uma foi captada no México e as outras cinco nos Estados Unidos. Os latinos entre 17 e 25 anos analisados durante quatro dias em 2003 falaram mais do que as mulheres.
Esse placar em específico deu 14.704 para as mulheres e 15.022 para os homens. Em outros dois conjuntos de dados dos EUA, os homens também foram mais tagarelas.

 


Escrito por Sérgio Almeida às 04h36
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Cantora Anna Canário lança CD “Brasilização”

 

Clique para Ampliar

Luciano, Edson e Anna, na Coroação. Na segunda foto, vemos Anna em noite de gala 

 

Com 27 anos de estrada, a paulista Anna Canário lança no Ceará, onde está morando desde 2004, o primeiro CD, “Brasilização”. O nome do disco é uma referência à mistura de sons que revela a diversidade musical brasileira, mas também ao trabalho que une dois artistas de regiões diferentes - ela, do Sudeste, e o pianista, arranjador e marido, Edson Távora Filho, um cearense. “Tenho uma influência mais brasileira, ele tem uma influência mais jazzística”, compara a cantora. Familiarizada com jazz, pop americano, bossa nova, MPB e até salsas e boleros, ela traz no seu primeiro disco jazz-bossa, música romântica e uma pitada de sons nordestinos.

Anna Canário optou por incluir apenas composições de gente que mora no Ceará. O trabalho reúne letras e/ou músicas de Cibelle Matias, Ellismario, Dihelson Mendonça, Haroldo Ribeiro, Luciano Franco, Ricardo Leite e Silvia Bezzato, além do próprio Edson Távora Filho, responsável também pela produção e pelos arranjos.

 

A apresentação oficial do CD “Brasilização” foi feita  ontem na loja Desafinado da Avenida Dom Luiz,  onde o disco está à venda., com grande presença de fãs da dupla, com direito a autógrafo. Ainda este mês, outros dois eventos servirão para divulgação do trabalho. No dia 18, a partir das 20 horas, a cantora fará um pocket-show, aberto ao público, com piano, baixo e bateria, no Centro Cultural Oboé, onde mesclará músicas do disco com canções de artistas que permeiam sua carreira, como “Cheiro de mato” (Fátima Guedes), “Galos, noites e quintais” (Belchior), “Saudosa maloca” (Adoniran Barbosa), “Mas que nada” (Jorge Benjor). No dia 21, Anna Canário volta a se apresentar com piano, baixo, bateria e violão, no Café Ponto de Luz, por volta das 22 horas. Que as “brasilizações” prossigam.

 

Convém lembrar que Anna, Edson e Luciano se apresentaram no último evento da AFA, em 02 de junho, na Praia de Icaraí nos arredores de Fortaleza.

 

A AFA deseja a Anna Canário e ao Edson muito sucesso em suas carreiras e que esse CD dos dois tenha o merecido reconhecimento.

 

Sérgio Almeida Franco, Salvador/Ba


Escrito por Sérgio Almeida às 04h33
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05/07/2007

Da série Frases Divertidas e Inteligentes.

 

Não confio em produto local. Sempre que viajo,
           Levo meu uísque e minha mulher.
           (Fernando Sabino)

 

O casamento é o preço que os homens pagam pelo sexo;


           O sexo é o preço que as mulheres pagam pelo casamento.
           (Anônimo)

 

 

Enviado por Arnaldo Almeida, Fortaleza/Ce
Escrito por Sérgio Almeida às 07h14
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Sofrimento tem sentido?


“Logoterapia”, ou “Terapia através do sentido”, é o nome dado à escola de psicoterapia criada no início do século passado pelo psiquiatra austríaco Viktor Frankl (foto), falecido em 1997 aos 95 anos de idade. Durante a II Guerra Mundial ele passou por vários campos de concentração, onde em meio a todo sofrimento enfrentado teve ocasião de fazer observações valiosíssimas para sua notável descoberta, de que aquilo de que o ser humano mais necessita é de encontrar o sentido de sua vida.

 

 

Vida é alegria, satisfação, contentamento. Mas dores de toda espécie recaem continuamente sobre as pessoas: doenças, tristeza, luto, tédio, incompreensão, acidentes, ingratidão – tanto que estamos acostumados a chamar este nosso mundo de “vale de lágrimas”.... Disso ninguém escapa: mais dia menos dia chega a nossa vez. Comenta-se muito quando alguém perde a capacidade de andar ou de falar, quando teve um infarto, contraiu câncer ou AIDS, se acha numa situação sem esperança de cura... Entre os atingidos não são poucos os que sentem-se infelizes, e não falta quem nessa situação pense em dar cabo da vida. Por isso tem cabimento perguntarmos: Uma vida deficiente, sofrida, mutilada – será que tal vida tem sentido? Para o psiquiatra Viktor Frankl, a resposta é decididamente um “SIM”. Por mais precária e sofrida que seja, toda vida tem sentido. Apesar do sofrimento? Sim. E apesar da culpa também. E ainda apesar da morte. Esta e muitas outras verdades eu cheguei a entender melhor quando me ocupei com os quatro livros de Logoterapia que traduzi para o português: Prevenção Psicológica (Vozes 1993), Histórias Que Curam (Verus 2005), O Sentido do Momento Presente [Der Sinn des Augenblicks](2005), Sua Vida Tem Sentido [Sehnsucht nach Sinn] (2006), todos da autoria de Elisabeth Lukas.

Como entender o sentido do sofrimento? Elisabeth Lukas, a principal discípula de Viktor Frankl, inicia sua explicação dizendo que “o sofrimento faz o homem clarividente e o mundo transparente”. Ela distingue duas formas distintas de sofrimento: o sofrimento provocado por uma falta de amor experimentada (p. ex. por uma ofensa recebida de alguém) e o sofrimento proveniente de um duro golpe do destino (p. ex. de uma doença).


Escrito por Sérgio Almeida às 07h12
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Para o primeiro caso, o de uma ofensa sofrida, a autora argumenta com uma experiência pessoal vivida por ela. Uma pessoa de suas relações de repente passou a mostrar-lhe manifesta hostilidade e má vontade, sem que para isso ela conseguisse encontrar qualquer explicação. A autora conta que de início ficou a interrogar-se por que isso teria acontecido, mas que não encontrou nenhuma resposta satisfatória. Entretanto, quando lembrou-se das feridas que haviam atingido aquela pessoa que a estava fazendo sofrer, ela passou a entender a situação. Nasceu nela, assim, o “amor ao inimigo”, que até então ela ainda não havia entendido direito. O “amor ao próximo” já lhe era familiar; mas nesse momento o amor ao inimigo deixou de ser para ela um conceito abstrato; ela sentiu que havia se tornado “clarividente”. Chegou a escrever uns versos de agradecimento: “Agradeço-te, minha amiga, porque quiseste magoar-me, e com isto me ensinaste a suportar a dor com coragem e dignidade; quiseste destruir-me, e com isto me mostraste o que em mim é indestrutível”.

Na outra forma de sofrimento, proveniente de um duro golpe do destino, como uma doença grave, a perda de um parente próximo ou do emprego, a autora lembra que nessas ocasiões muitas coisas que antes nos pareciam ser de grande importância perdem todo o interesse. Já é o mundo se tornando transparente, a pessoa começando a entender que o bem mais precioso é a vida, e que ela nos é dada por empréstimo; que os valores precisam ser reorganizados e redefinidos, que no fundo a gente está só, não obstante todo esforço da família por convencer-nos de que a ameaça existencial tem pouca importância. Passamos a perceber melhor o que é essencial em nossa vida, e como estivemos correndo loucamente atrás de tanta coisa de menor importância: dinheiro, propriedades, prestígio, diversões. É o mundo tornando-se transparente!

As considerações acima foram tiradas do livro de E. Lukas, Sua Vida Tem Sentido (Sehnsucht nach Sinn), cujo primeiro capítulo se ocupa também com o “sentido apesar da culpa” e o “sentido apesar da morte”. O que mais me impressionou na logoterapia foi que seus conceitos e valores harmonizam-se plenamente com o que nos é apresentado no Evangelho, ou seja, na religião cristã, e isto a partir não de considerações baseadas na religião, mas na própria natureza humana. Quando o Evangelho nos apresenta o sofrimento de Cristo como o caminho que o levou à glorificação, e convida-nos a enfrentar com coragem o que a vida nos impõe – “Se alguém quiser me seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-me. Pois aquele que quiser salvar a sua vida há de perdê-la, mas quem perder a vida por amor de mim há de salvá-la” (Mc 8,34s) – isto está em plena concordância com o que nos é apresentado pela logoterapia (ou vice-versa). A pessoa que tiver alcançado sua plena dimensão interior há de entender que – quaisquer que sejam seus sofrimentos, desde que enfrentados com dignidade – sua vida tem sentido.

Você pode daqui para a frente olhar sua vida com mais otimismo!esta segurança não lhe é transmitida apenas pelo Evangelho!

Enviado por Carlos Almeida (“Frei Filipe”), Campina Grande/Pb


Escrito por Sérgio Almeida às 07h09
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Dicas de Português

Por Paulo Ramos


Maltratada ou mau tratada?

A pergunta do título se pauta nesta manchete (omito apenas o nome do estabelecimento comercial):

- Leitora se queixa de ter sido
mau tratada
em supermercado por ser negra

É uma dica antiga, mas funciona. "Bem" é o oposto de "mal". "Bom" é o contrário de "mau". Os dois primeiros são advérbios. Os outros, adjetivos.

Se substituirmos a palavra "mau" por "bom", podemos perceber que a construção perde logo o sentido. Ninguém é "bom tratado", mas sim "bem tratado".

Logo:

- Leitora se queixa de ter sido
maltratada
em supermercado por ser negra

Maltratada? Não seria "mal tratada"? Não. Em algumas expressões, a presença do advérbio é tão enraizada que se incorpora à palavra seguinte. E passa a constar assim nos dicionários.

É o caso também de termos como malpassado, malsucedido e malnascido. Mas não é o de "mal-intencionado". O melhor, nesses casos, é consultar um bom dicionário.
É o caminho mais seguro.

 


Paulo Ramos é jornalista, professor e consultor de língua portuguesa do Grupo Folha-UOL.

E-mail: peramos@uol.com.br


Escrito por Sérgio Almeida às 06h49
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04/07/2007

Sei que grande parte dos leitores (mas nem todos) recebeu o texto a seguir por e-mail como eu também recebi. Mas, em se tratando de ser mais um belíssimo texto do Tio Carlos :

 

Vale a pena LER de novo


Escrito por Sérgio Almeida às 01h33
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 1. Os Presentes de Deus

Em recente viagem a Fortaleza, terra das minhas origens, pude reencontrar-me com numerosas pessoas amigas, às quais me sinto ligado por relações de parentesco ou pelos laços surgidos nos tempos de Ipuarana. A alegria com que em toda parte fui recebido, a amizade manifestada, os convites para isto e aquilo, despertaram-me no íntimo intenso sentimento de bem-estar, gratidão e orgulho por saber-me inserido em tão generosa e querida família. Na realidade todos nós, seres humanos e criaturas de Deus, somos irmãos. Mas o que desta realidade se concretiza restringe-se quase sempre, a um pequeno número, que na melhor das hipóteses não vai além de umas poucas centenas de pessoas. Entendo por minha família os que possuem comigo algum laço concreto. E este grupo envolve pelo menos três ramos:

   os parentes de sangue, que criaram a AFA – “Associação da Família Almeida” –, de longa tradição no Ceará, e com extensões em outros estados, ativa há mais de 25 anos e hoje mais viva do que nunca, presidida por meu sobrinho Sérgio;

   a “família ipuaranense”, com seus membros hoje cinqüentões e sessentões (os mais jovens!), espalhada por muitos estados do Brasil, tendo em Fortaleza seu principal ponto de encontro no “Clube Ipuarana”;

   e a “família” dos meus amigos do passado (espalhados pelo Brasil, na Ordem Franciscana ou no MPC – Movimento dos Padres Casados), assim como dos meus amigos de hoje, com quem continuo labutando em atividades na paróquia e na Igreja, nos encontros bíblicos e nos papos culturais.

Esse reencontro confrontou-me com a pergunta: Como retribuir tamanha amizade e bem-querer? Me recordei de uma frase encontrada num livro que traduzi há pouco:

“O que tu és, é um presente de Deus para ti,

o que fazes de ti mesmo, é teu presente para Deus.”

Formei o propósito de estabelecer uma linha de comunicação e diálogo com todos os que fazem parte da minha grande família, transmitindo-lhes com regularidade algo das novas visões que o passado me proporcionou. O privilégio da formação religiosa, os anos de vida conventual e de magistério, as atividades como padre, depois a inserção na vida de família e no mundo, mantidas as raízes da fé, tudo isto leva-me a me considerar hoje uma pessoa extremamente privilegiada. Todas essas coisas constituem, sem dúvida alguma, um grande presente de Deus para mim. Compartilhar, na medida do possível, esses privilégios, poderia ser meu presente para Deus. Admito que minha idade e meu histórico podem fazer com que esta iniciativa não seja considerada pretensiosa. Nem que precise omitir-me pelo receio de muitos membros dos três ramos de minha família serem possuidores de bem mais cultura e engajamento social para tratar dos assuntos com que penso ocupar-me.

A ocasião de tudo já foi apresentada em várias ocasiões: foi a “síndrome da aposentadoria”. Pois a aposentadoria pode apresentar seus problemas específicos. Não só no tocante à parcimônia dos rendimentos, mas antes de tudo no tocante às formas de vida. Você havia sonhado tanto com o tempo em que não teria mais necessidade de trabalhar, mas quando esse tempo chega você sente falta. Não dá para levar uma vida ociosa e inútil. A vida precisa encontrar sentido. Quando aproximou-se para mim esse tempo, eu procurei trabalho autônomo como tradutor. Isto em 1985. Ao longo desses 22 anos cheguei a constituir um elevado quantitativo de traduções: 75 livros, mais de 200 artigos para uma revista teológica, cerca de 150 outros artigos diversos, perto de mil traduções juramentadas de documentos.

Diz Ingrid Schwamborn que “ninguém lê um livro mais atentamente do que o tradutor e o cineasta”. E um provérbio latino já dizia que se deve respeitar aquele que lê, nem que seja um único livro: “Timeo lectorem unius libri”. Eu próprio experimento a sensação de que cada livro traduzido é como se fosse um curso de especialização. Imagine-se a riqueza contida neste presente de Deus! É um pouco do que adquiri nessa atividade que desejo transmitir aos meus vários grupos de amigos. Perdoem minha temeridade, se for o caso. Mas é a contribuição que ainda posso dar, a minha contribuição. Até breve!

Carlos Almeida (“Frei Filipe”)


Escrito por Sérgio Almeida às 01h22
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Homenagem na Assembléia Legislativa

 

O pai da sócia Ana Paula Araújo Holanda, José de Araújo Castro (ex-vereador de Fortaleza) foi homenageado com uma comenda pelos relevantes serviços prestados à comunidade do Estado do Ceará, na Assembléia Legislativa do Ceará no dia 20 de junho do 2007. O evento foi referente aos três anos morte de Leonel Brizola.

Que maravilha termos pessoas que fazem a diferença neste mundo!!!

Parabéns pela iniciativa!!!

 

Araújo à direita

Por Sofia Holanda/ Ana Paula Araújo


Escrito por Sérgio Almeida às 01h21
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03/07/2007

Pensamento

 

"Se eu não tenho Amor, não sou nada".

Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios, capítulo 13.

 

Poesia

 

Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.

 

É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.

 

É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.

 

Mas como causar pode seu favor

nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?

 

Luís de Camões

 

Por Sergio Cartaxo. Fortaleza-CE.

 

Análise do poema, num vestibular em São Paulo de autoria atribuída a uma aluna de 16 anos:

 

“Ah! Camões,

Se vivesses hoje em dia,

Tomavas uns anti-piréticos...

Uns quantos analgésicos Xanax ou Prozac para a depressão.

Compravas um computador,

Consultavas a internet

E descobririas que essas dores que sentias,

Esses calores que te abrasavam,

Essas mudanças de humor repentinas,

Esses desatinos sem nexo,

Não eram feridas de amor,

Mas somente falta de sexo!”


Sergio Almeida Franco, de Salvador/Ba 

 


Escrito por Sérgio Almeida às 23h11
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Blog da AFA no Japão

 

Com muita satisfação, anunciamos que o Blog da AFA chega ao Japão.

 

Cristina Möller, sobrinha da Itacoeli,  que reside em Yokohama, próximo a Tóquio, muito querida aqui de casa, é  também leitora do Blog da AFA. Há poucos dias publiquei um relato muito bem  feito por Cristina de uma viagem sua a Cebu, um Paraíso Tropical nas Filipinas.

 

Agora, leio comentário feito ontem por ela à nota postada no dia 30 passado, o que evidencia sua visita ao Blog.  Trata-se de comentário à nota enviada pela mamãe (Beatriz) com um pensamento de Lamartine sobre o saudável hábito da leitura, onde sugiro que essa frase sirva de lema para o Clube do Livro da AFA, o qual foi idealizado por sua tia Itacoeli.

 

Cristina é casada com Eduardo, um brasileiro de origem alemã. Logo que casaram foram morar na Alemanha onde viveram uns quatro anos. Posteriormente, a firma para a qual Eduardo e Cristina trabalham os transferiu para o Japão, onde o casal está há sete anos.

 

Nascida em João Pessoa/Pb, é a primogênita de uma família de cinco irmãos. Ela e suas irmãs Clarissa e Carol costumavam passar férias aqui em casa. Além de ótimas meninas, são grandes tenistas e sempre nos divertíamos muito quando elas vinham para cá. Delas, a única que costuma ainda a nos visitar é Clarissa, que faz mestrado em matemática e é a única solteira. Carol é advogada e contadora. É casada com Otávio, surfista profissional, que conhece o mundo todo por causa da profissão.

 

Vejam a seguir o seu comentário vindo de tão longe :

 

[Cristina Möller]
Querida tia Ita,não apenas a primeira, mas sempre uma dama. Beijos


Escrito por Sérgio Almeida às 07h14
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Posso tirar o dia livre hoje?

 

Cristina Möller

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cristina em visita recente às Filipinas

 

Por falar em Cristina, vamos postar esse relato de uma experiência que ela passou no Japão, um terremoto seguido de incêndio, cujo pânico certamente foi ampliado pelo fato dela se encontrar sozinha. O marido Eduardo estava viajando. Um show de redação. Já sugeri a ela escrever contos.

 

Sérgio Almeida 

 

"O objetivo deste post não é divulgar o preconceito dos japoneses em relação aos estrangeiros, muito menos incentivar a omissão de ajuda ao próximo. Após sete anos morando no Japão, posso afirmar que fui muito bem recebida por este povo. Esta é apenas mais uma de minhas experiências".

Por Cristina Möller


Escrito por Sérgio Almeida às 07h12
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Posso tirar o dia livre hoje?

Bem, ontem não fui à Yoga. Quando cheguei em casa estava chovendo. Bom motivo este, não? Fui dormir às 22h00 e mal sabia que daqui a algumas horas iria acordar desesperada!!

Eram 04h53, acordei com um barulho de ferro caindo, no começo foram só alguns tins-tins, depois foi aumentando. Droga! Já estava xingando, quem será que madrugou e já está trabalhando? Quem será que não tem respeito pelos trabalhadores normais, com horários normais?? Já falei que tenho o sono leve como uma pena? Então, após morar 2 anos em 45m ², no segundo andar, em frente a uma rua movimentadíssima com uma loja de conveniência aberta 24 horas por dia e ponto estratégico de motoqueiros desocupados, já dá para imaginar minhas noites em claro.

Quando resolvemos nos mudar há 4 anos, a minha primeira e única exigência seria morar em um lugar tranqüilo, de preferência no meio do mato com o King Kong. Cá estou, tenho apenas uma vizinha do lado direito (muro com muro), do lado esquerdo há uma ruela e logo uma casa com uma senhora viúva e de meia-idade. Em frente, apenas um rio (para eles), em bom português, está mais para uma vala. Nossa casa é de papel como todas as outras, não há isolamento e pode-se ouvir os menores ruídos ao nosso redor.

Depois de vários tins-tins levantei com raiva e puxei a cortina. Será que estava mesmo vendo aquela imagem? (Foto tirada do meu quarto sem zoom) Acho que antes de vê-la, de alguma forma no meu subconsciente eu já sabia. O armazém em frente a minha casa, passando a vala, estava em chamas, não apenas ele, mas também um outro depósito atrás.

Eu comecei a tremer imaginando quantas pessoas estariam vendo aquilo: NENHUMA, APENAS EU!!!! Abri a janela e comecei a gritar KAJI, KAJI ,KAJI, KAJII…, Ninguém me ouvia. Sabe nos livros, quando o assassino está atrás da mocinha e a autora descreve que de tanto pânico, ela não consegue gritar pedindo ajuda? É a mais pura verdade!! Percebi que apenas eu escutava os meus gritos. Ai meu Deus, o que fazer?? Ligar para o 911? Não burróide, isto é nos EUA!! Vi muito aquele seriado "Plantão Médico" com o George Clooney na Globo!! Você se esqueceu que aqui é "primeiro mundo”???


Escrito por Sérgio Almeida às 07h05
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Os telefones de emergência já vêm gravados no aparelho! Mas a tecla 1 é para polícia, bombeiro ou ambulância? Calma, calma, raciocina! Você não pode ligar para nenhum destes números, você é Gaijin, Ausländerin, Foreigner, ESTRANGEIRAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!

Fiquei imaginando a ligação: Alô, meu nome é…moro na rua…INCÊNDIO…por favor…rápido… Do outro lado: qual o seu país de origem? Há quanto tempo mora no Japão? Seu visto é temporário ou permanente? Trabalha? Paga o seguro social? Está envolvida em alguma coisa ilícita? Qual o número do seu Gaikokujintourokoschoumeichou?

Depois de todas as respostas, e da vinda dos bombeiros, me levam para a central de Policia. O pirão encaroçou! Começam os interrogatórios: Gaijin, como você provocou o fogo? Eu?!! Não, eu apenas chamei os bombeiros!!!!!!!!!!!!!! Está pensando que estou exagerando, é? Vem pra cá!!!!

Tá, continuando…..depois de gritos abafados comecei a gritar pela vizinha da direita: SRA. HASEGAWA …NADA!!! Desci correndo, saí….olhei a temperatura externa, 4.7 graus, não estamos na Primavera? Irônico, estava chovendo!! Fui até a casa vizinha e apertei o interfone com toda a minha força, talvez pensando que soasse mais alto.

Ela apareceu no segundo andar perguntando sem entender nada: AHNNNN? Gritei apontando e fazendo mímica: Ô DENWA KUDASAI!!!! (Parece outra coisa, né?), liga por favor!!!! Talvez tirasse 10 em japonês, pois falei na forma imperativa, coloquial e polida!!! Vai te catar!!!!!!

Detalhe, o corpo de bombeiros fica a 3 minutos de carro da nossa casa. Em menos que isso começaram a chegar, aos montes, sirenes, um barulho ensurdecedor. Meu próximo passo foi ligar para o Eduardo, marido querido que justo nessas horas estava viajando. Eram 20h13 em Portugal. Precisaria digitar 31 números até alcançar seu celular e ouvir sua voz. As três primeiras tentativas foram em vão, os dedos não obedeciam ao comando do meu cérebro. Na quarta ele me ouviu.

Meu maior medo foram as explosões, fiquei apavorada com o simples fato da minha casa ser atingida. Você já pensou caso tivesse que abandonar seu lar, o que salvaria primeiro após a sua vida???? Nem me pergunte por que não sei a resposta!

Tudo bem, o pior já passou. Os bombeiros controlaram o fogo, havia uma multidão em frente de casa. O dono e empregados do armazém em chamas estavam D ÉSOLÉ. As ruas adjacentes estavam todas bloqueadas. Não vi nenhuma ambulância, graças a Deus ninguém se feriu. Estou exausta, agora são 08h42, estou no trabalho, a vida continua.

 

Fonte : site Cultura Nordestina http://culturanordestina.blogspot.com/


Escrito por Sérgio Almeida às 07h01
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02/07/2007

O2 DE JULHO DE 1.951

 

 

Há exatos 56 anos ocorreu o seguinte diálogo :

 

- “Tenho uma grande afeição por você. Quer namorar comigo ?

 

- Sim. Respondi emocionada.

 

Saibam quem foram os protagonistas desse diálogo de fazer inveja a Clark Gable e Vivien Leigh em E O VENTO LEVOU, lendo o texto completo no Livro “Desvendando Segredos”, de Maria Carmen Monteiro de Holanda, página 20.
Escrito por Sérgio Almeida às 19h16
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  Mais homenagems à Lúcia Helena:

 

    Aproveitamos este dia festivo de aniversário, para ressaltar a magna criatura que é a Lúcia Helena. Trata-se de uma pessoa disponível, simples, amiga, sincera, e, de uma incomparável grandiosidade de espírito! A vida lhe surpreendeu com muitas adversidades, mas a cada uma, ela foi ultrapassando e se fortificando mais ainda...

   Sempre que nós a encontramos, é grande a nossa alegria e esperamos que essa amizade seja perene e frutífera, pois nos afinamos também com sua linda família, na pessoa de seus filhos Rosana, Luís José, Augusto, Luís Heleno, Alexandre e Luciano, de suas noras e netos e de seu atual marido, nosso primo querido, Arildo Almeida.

   Dos amigos para sempre Teresa e Sérgio.

 

Por Teresa Cristina Holanda. Fortaleza-CE


Escrito por Sérgio Almeida às 13h16
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Tem mais aniversário.

 

 

Esta também aniversariando hoje o Rafael e o Leonardo ou será Leonardo e o Rafael? Melhor dizendo os filhos gêmeos do sócio Lelo estão aniversariando hoje, os dois correndo atrás de medalha. Confesso que não sei quem é quem, mas que a AFA deseja tudo de bom para os dois.  Muita paz, saúde e felicidades!!.

 

Por Sergio Cartaxo. Fortaleza-Ce

 


Escrito por Sérgio Almeida às 08h41
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Lúcia Helena faz aniversário.

 

Lúcia Helena

 

Hoje é o aniversário de Lúcia Helena, pessoa por quem tenho um apreço todo especial. Sócia bastante ativa de nossa Associação, já participou da sua diretoria, tendo prestado (e ainda presta) a ela importantes serviços. Lúcia Helena, que é pernambucana de nascimento,  é também matriarca de uma família muito bonita, fruto de seu primeiro casamento. Seus talentosos filhos  são empresários bem sucedidos em diversos ramos de atividades em Fortaleza. É casada em segundas núpcias com nosso primo Arildo, a quem considero um irmão e com quem convivi estreitamente na juventude. O que temos, Arildo e eu,  de história pra contar não cabe neste espaço. Quando nos encontrávamos, a “cachorrada” estava assegurada...  Quem nos conheceu nessa época sabe muito bem do que estou falando. Ainda damos muitas risadas relembrando algumas presepadas cometidas naquela gostosa e provinciana Fortaleza.

 

As vidas de Lúcia Helena e Arildo marcam um dos episódios mais emocionantes  da história da família Almeida. É que eles se conheceram numa fase muito delicada de suas vidas, quando uma grande tragédia, que deixou marcas profundas na sociedade cearense e do país, com repercussão no mundo inteiro, atingiu em cheio os dois. Ambos perderam seus respectivos cônjuges naquele que foi até recentemente o maior acidente aéreo do país, o acidente com um Boeing da VASP na Serra da Aratanha, nas proximidades de Fortaleza, no início da década de 80. Mais de uma centena de pessoas perderam suas vidas, entre os quais, a querida e saudosa Alda, casada com Arildo, e Acioli, casado com Lúcia Helena. Por terem enfrentado a mesma dor, com o tempo, Lúcia Helena e Arildo acabaram se aproximando no que depois redundou nessa bonita união. Caprichos do destino.

 

Desejamos a Lúcia Helena, a aniversariante do dia, muitas felicidades e muitos anos de vida.

 

Arildo e Sérgio, com o casal símbolo da AFA, João Caetano e Ana Maria, seus bisavós.

 

Sérgio Almeida Franco, Salvador/Ba


Escrito por Sérgio Almeida às 07h10
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Música do dia : Resposta ao Tempo

 

Dedicada a Lúcia Helena e Arildo

 

Não é esta a primeira  vez que apresentamos essa música no Blog. Mas pelo fato de tê-la escutado na voz de Nana Caymmi no Teatro Castro Alves de Salvador, na noite passada, com o acompanhamento fantástico da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais, quero compartilha-la com vocês. Se a música, que é de Cristovão Bastos, é de uma rara plasticidade, a letra do Aldir Blanc é simplesmente primorosa. Ouçam-na lendo essa letra magnífica. “Resposta ao Tempo” foi incluída pelo prestigiado musicólogo Ricardo Cravo Albim  na série das canções mais bonitas do século.

 

Para escutá-la basta clicar no nome da música a seguir : Resposta ao Tempo(1998)

 

Acho até que a letra de Resposta ao Tempo serve muito bem de trilha para as histórias de vida do casal Lúcia Helena/Arildo, ela a aniversariante do dia.

 

Sérgio Almeida Franco, Salvador/Ba


Escrito por Sérgio Almeida às 07h08
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Dois de julho na Bahia

 

Hoje é um importante feriado para os baianos. A comemoração do dia 2 de Julho é uma celebração às tropas do Exército e da Marinha Brasileira que, através de muitas lutas, conseguiram a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal, em 1823. Neste dia as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que era ocupada pelo exército português, tomando a cidade de volta e consolidando a vitória.

 

Esta é uma data máxima para a Bahia e uma das mais importantes para a nação, já que, mesmo com a declaração de independente, em 1822, o Brasil ainda precisava se livrar das tropas portuguesas que persistiam em continuar em algumas províncias. Então, pela sua importância, principalmente para os baianos, todos os anos a Bahia celebra o 2 de Julho. Tropas militares relembram a entrada do Exército na cidade e uma série de homenagens são feitas aos combatentes. Ao chegar em Salvador para fixar residência me surpreendi com a força da participação popular nas comemorações dessa festa cívica. 

 

Sérgio Almeida Franco, Salvador/Ba


Escrito por Sérgio Almeida às 07h03
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Grandes heroínas dessa história 

 

Maria Quitéria:
A maior heroína nas lutas pela independência do Brasil, na Bahia. Maria, ao ficar sabendo das movimentações sobre as lutas da independência, conseguiu uma farda do exército e se alistou para combater as tropas portuguesas. Participou de diversas batalhas e foi consagrada solenemente na chegada do exército à Salvador.

 

 

 

 

 

Joana Angélica:

Abadessa no convento da Lapa, Joana tentou proteger os soldados brasileiros contra a invasão do convento, mas acabou sendo morta.


Escrito por Sérgio Almeida às 07h03
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01/07/2007


casal Teresa, Sérgio e filhos.

por Sofia Holanda, Fortaleza-Ce.


Escrito por Sérgio Almeida às 23h15
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Aniversário de casamento Teresa e Sérgio

 

Hoje, dia 1 de julho de 2007 o casal Teresa e Sérgio Cartaxo completa 18 anos de vida à dois. A comemoração aconteceu na residência da Tia Socorrinha com a presença de toda a família.

Parabéns pelas bodas!

Que Deus ilumine esta família!

Por Paula, Sofia, Raul e Laís. Fortaleza- Ce.

 


casal Teresa e Sérgio com seus filhos Raul e Laís.  


Escrito por Sérgio Almeida às 14h01
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“O livro instrui e educa, orienta e forma o caráter. É um mestre silencioso, suave e eloqüente”.

 

Lamartine.

 

Enviado por Beatriz Pereira Franco

Itacoeli e Beatriz

 

Bem que esse pensamento pode servir de lema ao Clube do Livro da AFA, que foi idealizado pela nora de Beatriz, Itacoeli, a atual primeira dama.


Escrito por Sérgio Almeida às 07h08
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Patativa do Assaré - Biografia

 

Antônio Gonçalves da Silva, mais conhecido como Patativa do Assaré, (Assaré, 5 de março de 19098 de julho de 2002) foi um poeta popular, compositor, cantor e improvisador brasileiro.

Uma das principais figuras da poesia oral nordestina do século XX. Segundo filho de uma família pobre que vivia da agricultura de subsistência, cedo ficou cego de um olho por causa de uma doença. Com a morte de seu pai quando tinha oito anos de idade, passa a ajudar sua família no cultivo das terras. Aos doze anos, freqüenta a escola local por apenas alguns meses onde é alfabetizado. Mesmo antes disso já compunha versos próprios, que ele decorava. Aos dezesseis anos sua mãe vende uma ovelha e lhe dá sua primeira viola. À partir dessa época, começa a fazer repentes e a se apresentar em festas e ocasiões importantes. Por volta dos vinte anos recebe o pseudônimo de Patativa, por ser sua poesia comparável à beleza do canto dessa ave. Patativa viaja para Belém do Pará, e para Macapá (Amapá) onde apresentava-se como violeiro.

Volta para o Ceará para trabalhar na terra, indo constantemente à Feira do Crato onde participava do programa da rádio Araripe, declamando seus poemas. Numa destas ocasiões é ouvido por José Arraes de Alencar que, convencido de seu potencial, lhe dá o apoio e o incentivo para a publicação de seu primeiro livro, Inspiração Nordestina, de 1956. Este livro teria uma segunda edição com acréscimos em 1967, passando a se chamar Cantos do Patativa. Em 1970 é lançada nova coletânea de poemas, Patativa do Assaré: novos poemas comentados, e em 1978 foi lançado Cante lá que eu canto cá. Os outros dois livros, Ispinho e Fulô e Aqui tem coisa, foram lançados respectivamente nos anos de 1988 e 1994. Foi casado com Belinha, com quem teve nove filhos. Faleceu na mesma cidade onde nasceu

Fonte : Wikipédia

 


Escrito por Sérgio Almeida às 07h08
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Chegada de Patativa do Assaré no Paraíso

Autor: Rubenio Marcelo (*)
Colaboração de Thelma Linhares

São Pedro veio correndo
E disse pra São José:
— Convoque todos os anjos
Para cantarem com fé
E para o céu enfeitar,
Pois acabou de chegar
Patativa do Assaré!

A notícia espalhou-se
Na edênica amplidão;
Foi grande o alvoroço
Rumo ao principal salão...
Todos na expectativa
De abraçar Patativa
Logo na recepção.

Após a sua entrevista
C'o Senhor do Universo,
O Poeta Patativa,
Em meio a coros diversos,
Foi adentrando no céu,
Com pose de menestrel
E recitando seus versos...

Quem primeiro foi saudá-lo
Foi Padre Ciço Romão,
Que chegou acompanhado
Do velho Frei Damião;
E, numas palavras lindas,
Desejaram boas-vindas
Ao cantador do Sertão.

Patativa, em reverência
Àquela etérea morada,
Foi dizendo um Galope
Em rima improvisada;
Deixando todos faceiros,
Revendo velhos parceiros
Da existência passada.

Havia uma fila imensa
Para saudar o poeta;
E nosso Antônio Gonçalves,
Com fôlego de atleta,
Extravasando seus dotes,
Rimando e criando motes
Com humildade discreta.

De repente, ouviu-se o tom
Duma viola e um refrão
Dizendo: — Seja bem vindo,
Patativa, meu irmão!
Era o grande Zé Limeira,
Também jogral de primeira,
Fazendo a saudação.

Foi grande a emoção
Daqueles dois cantadores;
Limeira e Patativa,
Representantes maiores
Da Cultura Popular,
Ficaram a improvisar
Ante os admiradores.

Depois ouviu-se o gemido
Duma sanfona, no ar...
Era o "Rei do Baião"
Que acabara de chegar;
E relembrando a lida,
Cantaram "Triste Partida",
Gonzaga e o Velho Patá.

Patativa, logo após,
Disse: "Lula, não se vá!
Fique só mais um pouquim,
O povo pode esperá;
Porque eu truxe uns versim,
Bote musga para mim,
Como no tempo de lá!"

Luiz Gonzaga pegou
Aquilo como um troféu;
Jogou logo um tom maior,
Enquanto lia o papel...
E compôs uma canção,
Com sua inspiração
De cantador-menestrel.

E no calor do laurel,
Fez um magistral aviso:
Aquela composição
Musicada d'improviso,
Fará parte do CD
Que lançará — podem crer —
Nas plagas do paraíso.

Em seguida, foi chegando,
Com seu divino embolar,
O Jackson do Pandeiro,
Que logo sem vacilar,
Em sublimação altiva,
Cantou com o Patativa
"Vaca Estrela e Boi Fubá".

Depois veio João do Vale
E o Poeta Azulão;
Aderaldo, em seguida,
Com Catullo da Paixão;
E o Lourival Batista
Com mais cem dúzias de artistas
Foram entrando no salão...

Até o "Maluco Beleza"
Raul Seixas também veio;
Com sua velha guitarra,
Foi chegando sem receio...
Patativa vendo o mito,
Gritou para Rauzito:
— Se apresente, cabra feio!

Os dois se abraçaram
Depois dessa brincadeira;
Raul disse: -"Professor,
Tenho um'idéia altaneira;
Vamos ensaiar a mil
Para formarmos um trio
Com Inácio da Catingueira".

O vate, do outro lado,
De repente aprovou;
Falou: —Vamos ensaiar
Para marcar logo um show.
Eu, Inácio e você,
Misturaremos, pra ver,
O cordel c'o rock and roll.


Escrito por Sérgio Almeida às 06h51
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Assim ficou acertada
Essa grande parceria,
Naquela mansão de luz,
De graça e sabedoria...
Naquele encanto divino,
Patativa, qual menino,
Cantava e versos fazia...

Outro que compareceu
Foi o Pinto do Monteiro,
Com Romano e Zé Pretinho,
Cantando um mote ligeiro.
Silvino Pirauá
Também chegou pra saudar
O ilustre companheiro.

Até os autores clássicos
Chegaram, sem filigrana.
Cazuza, Renato Russo,
Drummond e Mário Quintana
Vieram homenagear
O menestrel popular
Lá da Serra de Santana.

William Shakespeare
Com Victor Hugo e Rimbaud;
Molière e La Fontaine,
Com Stendhal e Saul Bellow,
Também fizeram questão
De apertarem a mão
Do matuto Cantador.

Avistando essa turma,
Nosso bardo camponês
Disse: "Quero avisá,
Não falo ingrês nem francês;
Pois trabaiando na roça
E vivendo nu'a paioça,
Só aprendi cearês!".

Claro qu'estava brincando
O cantador surreal;
Pois todos se compreendem
No Reino Celestial;
Naquela grã dimensão,
Não há qualquer distinção:
O Verbo é universal...

Dum salão do outro lado,
Chegava Elis Regina;
Dolores Duran e Clara
Com Elizeth, a Divina.
Aí o vate exclamou:
— Ainda bem que chegou
A bancada feminina!".

Ness'instante Clementina
Com mais de cem cirandeiras
Entraram, com Izaurinha
E Dalva de Oliveira;
Em meio a essa ciranda,
Chegou a Carmem Miranda
Cantando Mulher rendeira.

Patativa apreciava
Cada apresentação...
Todo céu o exaltava
Com muita admiração.
Até Elvis e Sinatra
Com Ravel e u'a sonata
Fizeram sua saudação.

Assim foi continuando
Aquela festa celeste...
Um, chegava e cantava;
Outro, lembrava o Nordeste;
O outro, qual alvo e a seta,
Glosava com o poeta,
Com maestria inconteste.

Somente após quatro noites
E quatro dias "no ar",
Em festa, após sua chegada,
Direto do Ceará,
Patativa do Assaré,
Ovacionado de pé,
Foi saindo, devagar...

Em cada lado do vate,
Um anjo a lhe guiar...
Assim, na senda do Éden,
O cantador-avatar,
Altivo e em passo lento,
Num transcendente aposento,
Entrou e foi descansar...

Como sei desses detalhes?!
— Você deve perguntar -
(... Se ainda não parti;
Se eu não estava lá...).
Como, assim, com precisão,
Falo d'outra dimensão?!
— Você pode até pensar —

Certo! Lá eu não estava,
Mas não falo aqui ao léu;
Pois o meu Anjo-da-guarda
É confidente e fiel:
Dar-me sempre inspiração,
Fala ao meu coração
E traz notícias do céu...

Entretanto, aquele que
Não tiver botando fé,
Pode checar minha história,
Pode constatar até:
Providencie um papel,
Mande uma carta pro céu
E pergunte a São Tomé

 

 


Escrito por Sérgio Almeida às 06h49
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